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PROGRAMAÇÃO DO EVENTO – Fóruns

Jurídico

1ª ETAPA  – 8h30 às 11h30
Dia 19 de outubro 
8h30 às 8h55 As Conexões e Desconexões Jurídicas entre LGPD, Telemedicina e Prontuário do Paciente.
Palestrante:Maria Teresa Velloso Lodi, Luis Gustavo Gasparini Kiatake. Mediadora: Teresa Gutierrez 
Proposta do tema: Os hospitais já possuem experiência no tratamento de informações pessoais sensíveis e, por isso, já nasceram preparados para a LGPD e toda a transformação inaugurada pela telemedicina, certo? Errado! Há muito o que ser feito na gestão hospitalar para se adequar ao novo marco regulatório da proteção de dados pessoais e atendimento remoto, muito além do que os hospitais já fazem em relação ao prontuário do paciente.
9h55 às 10h05 Intervalo
10h05 às 11h30 Como os Hospitais estão se preparando para o novo cenário jurídico de LGPD e Telemedicina, e quais têm sido os principais desafios e soluções encontrados?
Palestrante:Rafael Goto Foja, João Gonçalves e Lincoln V. Magalhães. Mediadora: Katia Rocha 
Proposta do tema: Na prática, quais têm sido as adequações implementadas pelos hospitais para atender a LGPD e aproveitar as oportunidades advindas das novas modalidades de atendimento remoto?
 
2ª ETAPA  
20 de outubro – 8h30 às 11h30 – terça-feira
8h30 às 9h55 Impacto da Pandemia nas Relações Trabalhistas
Palestrante:Edison Ferreira da Silva, Cassius Marcellus Zomignani e Pedro Paulo Manus. Mediadora: Flávia Sant’anna
Proposta do Tema: O setor hospitalar ainda vinha se adequando à reforma trabalhista, quando sobreveio a pandemia e, com ela, uma enxurrada de novas normas regulando as relações de trabalho. Quais são os desafios e as oportunidades que o cenário trabalhista em tempos de crise trouxe ao setor hospitalar?
9h55 às 10h05Intervalo
10h05 às 11h30Como a LINDB pode revolucionar o relacionamento do Hospital com o Gestor Público?
Palestrante:Luís Manuel Fonseca Pires, Fernando Borges Mânica e Vera Monteiro. Mediador: Josenir Teixeira
Proposta do tema: Requisição de leitos, intervenção, exigência de atendimento extra-teto, atraso nos repasses. Não são poucos os temas que geram tensão entre gestores públicos e hospitais filantrópicos. A Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro (LINDB), com as inovações trazidas pela Lei nº 13.655/2018, ainda pouquíssimo conhecida e explorada, pode ser uma importante ferramenta de proteção do hospital contra abusos praticados pela administração pública que, sem motivação, pode comprometer o planejamento.

Governança Clínica

1ª ETAPA – 19 de outubro – 13h às 16h – segunda-feira
13h às 14h25 Repensando o futuro dos hospitais e serviços de saúde
Palestrante:Erico Vasconcelos,  Ricardo Catto e Maria Paula de Albuquerque
14h25 às 14h35 Intervalo
14h35 às 16h Saúde Integral: uma visão do cuidado e bem estar em tempos complexos
Palestrante:Marcelo Cardoso e Arhur Avancine 
  
2ª ETAPA – 20 de outubro – 13h às 16h – terça-feira
13h às 13h55 Governança Clínica: conceitos, estratégias, comunicação assistencial e futuro nas instituições de saúde
Palestrante:José Luiz Bichuetti
14h às 14h55 Sistema da Qualidade e a incorporação de novas tecnologias
Palestrante: Lucas Rasquilha
Proposta do Tema: O gerenciamento de risco parte de uma metodologia capaz de identificar, analisar e corrigir inadequações, a fim de minimizar ou eliminar riscos no alcance dos objetivos da organização. 15h às 16h Gestão do corpo clínico e ferramentas de apoio à gestão Proposta do tema: O uso de novas tecnologias na área da saúde não está restrito, apenas, aos equipamentos de última geração que são utilizados em hospitais, centros de diagnóstico, clínicas ou unidades básicas de saúde. O desenvolvimento da área de Tecnologia da Informação tornou o cidadão protagonista na chamada medicina preventiva, onde o foco é a antecipação da doença, ou mesmo, o diagnóstico mais precoce da enfermidade, promovendo a agilidade no tratamento.
15h às 16h Gestão do corpo clínico e ferramentas de apoio à gestão 
Palestrante:Bruna Steiner
Proposta do Tema: O uso de novas tecnologias na área da saúde não está restrito, apenas, aos equipamentos de última geração que são utilizados em hospitais, centros de diagnóstico, clínicas ou unidades básicas de saúde. O desenvolvimento da área de Tecnologia da Informação tornou o cidadão protagonista na chamada medicina preventiva, onde o foco é a antecipação da doença, ou mesmo, o diagnóstico mais precoce da enfermidade, promovendo a agilidade no tratamento.

Gestão de Pessoas

1ª ETAPA – 19 de outubro – 16h às 19h
16h às 17h55 Burnout: esgotamento provocado pelo stress nos ambientes de trabalho 
Palestrante:Patricia Fernandes
Proposta do tema: Precisamos atuar de forma eficaz frente aos desafios do tema que se agudizou em função da pandemia do novo coronavírus, pois os profissionais das mais variadas áreas da saúde receberam uma enorme carga de cobrança não apenas externa, mas aquela que reside no interior de cada indivídio e no trato com pacientes, colegas de trabalho e familiares. Promoveremos um amplo debate para que nossas lideranças consigam identificar os fatores, agentes e mecanismos para que possam estruturar seus processos de trabalho mantendo a visão estratégica de que está no equilíbrio biopsicossocial e espiritual e respeito aos limites humanos de cada profissional a possibilidade de superar metas, mantendo um ambiente com pessoas felizes, engajadas e comprometidas com as causas das organizações de saúde. Não há mais espaço na gestão de pessoas para negligenciar esse assunto, pois afinal, precisamos salvar vidas e as vidas dos nossos colaboradores são fundamentais. Com isso, as lideranças possuem uma posição estratégica nas relações de trabalho quer sejam presenciais ou à distância (teletrabalho).
18h às 19h  Como a Neurociência pode contribuir para a Liderança na Saúde
Palestrante: 
  
2ª ETAPA – 20 de outubro – 16h às 19h.
16h às 17h20  Tendências do Futuro do Trabalho e da Gestão (16h00 às 17h20) 
Palestrante: Samira Sahid
Proposta do tema: Estamos numa constante transformação no mundo do trabalho que impacta nos chamados modelos organizacionais ou de gestão que precisam caminhar no complexo entendimento de que essa espiral perpassa por arcabolços legais, tecnologia, aspectos geracionais, economia compartlilhada, mobilidade, legado e o repensar daquilo que faz com que os profissionais permaneçam produtivamente contribuindo para a missão institucional. As organizações de saúde estão de fato preparadas para lidar com as novas perspectivas e oportunidades de trabalho? Quais são as competências que os líderes precisam desenvolver para serem os condutores das transformações na área de saúde? 
17h20 às 17h55  Estratégias de Negociação: o que isso impacta nas relações profissionais e nos resultados das organizações
Palestrante: 
18h às 19h Liderança em Tempos Incertos | Sub-título: Você é a pessoa mais preparada para o desafio que vem pela frente.
Palestrante:Randes Enes
Proposta do tema: Temos uma inclinação para culpabilizar o próximo sem realizar uma autocrítica no tocante às nossas atitudes e práticas que giram em torno de um ciclo vicioso nos ambientes de trabalho e nas relações interpessoais. Nesta atividade os participantes terão a oportunidade de forma lúdica de identificar os aspectos relevantes de uma pessoa tóxica e conseguir pistas para a adoção de ações para harmonização do ambiente de trabalho. 

Cadeia de Suprimentos – Compras, Almoxarifado e Farmácia

1ª ETAPA – 19 de outubro – 13h às 16h
13h às 14h  Compras Sustentáveis na Saúde 
Palestrante:Vital de Oliveira Ribeiro Filho
Proposta do tema: O processo de aquisição de insumos é um tema que instiga as organizações de saúde no mundo e deve permear as estratégias dos líderes, pois impacta nas dimensões ambientais: poluição e químicos com a substituição por produtos menos tóxicos, emissões de gases do efeito estufa e mudanças climáticas que requer padronização de medições e informações confiáveis e esgotamento de recursos naturais com a revisão da matriz energética, consumo de água e utilização de matérias-primas cujas ações institucionais devem envolver toda cadeia produtiva de valor. Nesse sentido, este painel levará aos participantes as diretrizes desenvolvidas pela Rede Global de Hospitais Verdes e Saudáveis visando reduzir os danos às pessoas e meio ambiente decorrentes da produção, uso e descarte de produtos médico-hospitalares para assistência à saúde.
14h às 14h55 O paciente no centro da geração de valor: quais são as implicações estratégicas para a cadeia de suprimentos?
Palestrante: Priscilla Sartori
15h às 16h Sincronização da Gestão do Supply Chain: automatização como fator de redutor de custos e otimização nos processos hospitalares 
Palestrante:Odorico Bignardi Arambasic Rebelo
Proposta do tema: Gestores de Suprimentos são responsáveis por garantir a estrutura necessária para que um produto, bem ou serviço seja disponibilizado ao usuário com rapidez, segurança e preço justo, sendo impactados diariamente por novas tecnologias, oportunidades de negócio e os mais variados modelos de gestão; logo, torna-se imperiosa a permanente atualização profissional visto que as margens de ganhos estão cada vez mais reduzidas. Isto posto, as organizações de saúde precisam investir em um plano de gestão da cadeia de suprimentos que garanta a disponibilização de produtos aos pacientes no tempo certo e, por conseguinte assegure a segurança aos mesmos e equipes, reduza as compras emergenciais, elimine os estoques duplicados e diminua as áreas de armazenagem, pois geralmente são áreas nobres que devem ser direcionadas para as atividades geradoras de produção de serviços. Há que se pensar na otimização da gestão das demandas e estoques com balanceamento, planejamento de compras, interação com fornecedores, automatização da distribuição interna dos produtos e avaliação do desempenho dos fornecedores. 
  
2ª ETAPA – DIA 20 de outubro – 13h às 16h
13h às 14h Economia Circular: um sistema que pode ser determinante para a sobrevivência planetária
Palestrante:Flávia Corrêa Ferreira e Manuel Carlos Reis Martins
Proposta do tema: Repensar o modus operandi da matriz econômica que basicamente extrai as matérias-primas, as transforma, reforça o consumismo e amplie o descarte desenfreado, sendo fundamental que os hospitais busquem alternativas para ressignificar o crescimento de suas operações focando em benefícios para o conjunto da sociedade, dissociando-se do consumo de produtos finitos e revendo a eliminação de resíduos. Promover a transição do modelo econômico atual para o modelo circular permitirá a construção do capital econômico, natural e social visando a eliminação de resíduos com significativo impacto na poluição que hoje assola o mundo, mantendo produtos e materiais em ciclos de uso por mais tempo possível e isso por si só contribuirá para a regeneração dos sistemas naturais como a água.
14h às 14h55  Compras de produtos farmacêuticos de alto custo: como modelos alternativos de abastecimento podem ajudar
Palestrante:Paolla Perdigão
15h às 16h Inbound Marketing: catalisador de resultados na cadeia produtiva de valor 
Palestrante:Alcino Ricoy Junior
Proposta do tema: Atrair clientes e parceiros e se manter reposicionado, requer estratégias assertivas, inclusive no competitivo mercado de saúde, considerando um mundo cada vez mais digitalizado e que necessita de defensores da marca, valores e propósito de quaisquer empresas. Diante desse desafio, o marketing de atração tem se mostrado com uma importante ferramenta já amplamente utilizada por outros segmentos mercadológicos, pois se baseia na ideia de criação que compartilha conteúdo relevante para um público-alvo, levando a organização a se comunicar diretamente com o seu potencial cliente para instituir um relacionamento duradouro que funciona tanto no segmento B2B (business to business), ou seja, uma empresa vendendo para outra empresa, quanto no B2C (business to consumer), isto é, venda direta ao consumidor final. 

Controladoria – Finanças, Contabilidade e Curtos

1ª ETAPA – DIA 19 de outubro – 8h30 às 11h30 
8h30 às 9h50A utilização das ferramentas de Fluxo de Caixa e Orçamento nas Entidades .
Filantrópicas 
Palestrante: 
Proposta do tema: Duas ferramentas consagradas na academia, primordiais para uma boa gestão financeira, mas com dificuldades de utilização nas entidades filantrópicas. Diante desta realidade abordaremos e discutiremos práticas que obtiveram êxito na implantação destas ferramentas.
Quais os impactos dos planos de saúde próprios para os hospitais filantrópicos e os riscos, vantagens e desvantagens das operadoras no mesmo CNPJ 
Palestrante: 
Proposta do tema: Muitas de nossas entidades buscaram e buscam na saúde suplementar uma fonte de sustentabilidade econômica, neste contexto será importante discutir os resultados obtidos e a melhor opção ao se constituir ou manter a operadora própria no mesmo CNPJ do hospital filantrópico. 
Linhas de créditos para hospitais filantrópicos
Palestrante:Dr. Josemar de Almeida Moura
Proposta do tema: Diante das necessidades de recursos, seja para capital de giro e/ou investimento, os hospitais filantrópicos precisam conhecer as opções de mercado e manter bom relacionamento com instituições de crédito.
9h50 às 10h Intervalo
10h às 11h30  Novos modelos de remuneração de serviços de saúde e seus desafios.
Palestrante:Marcelo Tadeu Carnielo
Proposta do tema: Os modelos atuais de remuneração de serviços de saúde, sobretudo o fee for service, têm sido bastante questionáveis e vêm sendo objeto de restrições regulatórias, a exemplo da Resolução CMED nº 02/2018, que enquadrou como infrações algumas práticas muito comuns no dia-a-dia dos hospitais, como a cobrança do paciente ou do plano de saúde, de valor superior àquele pelo qual o medicamento foi adquirido. A tendência é a migração da margem do medicamento para diárias e taxas, contratos orçamentados e/ou modelos baseados em produção sejam substituídos por modelos que prestigiem a eficiência gerencial e o desfecho clínico?
  
2ª ETAPA – DIA 20 de outubro – 8h30 às 11h30 
8h30 às 9h10 Gestão do Processo de Exames Laboratoriais. PROPOSTA: O que isso impacta nos resultados financeiro e assistencial
Palestrante: 
9h10 às 9h20  Intervalo
9h20 às 11h30  Alimentação do SANI-Sem Papel, SICONV-Plataforma Brasil e demais processos de prestações de contas
Palestrante:Wilson Roberto Lima, Marilsa Silva e Silva , Elenice Orpheu Alves Souza,  Cláudio Balmant e Rosana Pereira
Proposta do tema: Os recursos de subvenções estadual e federal são muito importantes para a sustentabilidade econômico-financeira de nossas entidades, prestar contas com transparência aos órgãos de controles, compreender e alimentar corretamente e nos prazos estabelecidos os sistemas e demais formulários é crucial para o recebimento e manutenção das subvenções.
Cumprimento de metas, habilitações, distribuição, utilização e prestação de contas das verbas Covid-19.
Palestrante: 
Proposta do Tema: Com a emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus, várias normas legais foram editadas dispensando o cumprimento de metas, criando novas habilitações e distribuindo recursos, então se faz necessário uma adequada compreensão dos critérios de distribuição destes recursos, bem como as regras de utilização e a correta prestação de contas aos diversos órgãos de controle, diante desta nova realidade.

Hotelaria e Hospitalidade

1ª ETAPA – DIA 19 de outubro – 16h às 19h
16h às 17h  Higiene Hospitalar: Velhos e novos paradigmas e tecnologias no controle da infecção hospitalar em tempos de pandemia.
Palestrante: Fernanda Fattori, Marcelo Boeger e Ingrid Schuch
Proposta do tema: desmistificar, atualizar, mensurar ganho de tempo, qualidade, economia, custo/efetividade e valor agregado nas instituições de saúde
17h às 17h50   Gastronomia Hospitalar 4.0: Cardápio rotativo, software para gerenciar dietas, sistema digital de notificações de ocorrências, ferramentas e tecnologias que auxiliam na Gestão do SND.
Palestrante: Andréa  Luiza Jorge, Liana Klagenberg e Luciana Costa
Proposta do tema: Mesclar o que se tem de moderno ao mais simples que gera economia, mostrando que é possível colocar em pratica ideias que estão ao alcance de todos.
18h às 18h50 

Medidas de proteção aos colaboradores da hotelaria e revisão dos processos em tempos de Covid 19.

Palestrante:  Marcia Maria Favero
2ª ETAPA – DIA 20 de outubro – 16h às 19h
16h às 17h   Gestão de leitos na hotelaria hospitalar: Melhorar eficiência operacional, monitorar portas de entradas, envolver equipe multiprofissional no processo, gerar indicadores de gestão.
Palestrante: Aline Silva Lima
Proposta do tema: Definir, identificar, desenhar, treinar, mensurar e cobrar resultados.
17h às 17h50 Ações de humanização aos pacientes em isolamento.
Palestrante: Isabelle Bijos Laureano e Sandra Satiko Kuwada
17h às 18h   intervalo
18h às 19h   Saúde mental da equipe que atua na linha de frente em tempos de pandemia
Palestrante: Arlete Fante e Rita de Cassia Calegari

Comunicação

1ª ETAPA – 21 de outubro – 16h às 19h
16h às 17h Conversational CRM – Como utilizar as ferramentas de mensageria como Whatsapp e Facebook Messenger para melhorar a experiência dos pacientes e do quadro clínico, reduzir custos e ganhar agilidade e eficiência nos Atendimentos
Palestrante: Fabrizio Bruzetti
17h às 17h05   Intervalo
17h05 às 17h55   Linkedin como negócio para hospitais. Como os hospitais podem potencializar seus resultados aplicando estratégias de Marketing Digital no Linkedin
Palestrante: Liliam Leal
17h55 às 18h  Intervalo
18h às 19h  Case: Comunicação Hospitalar em tempos de pandemia
Palestrante:  
   
2ª ETAPA – 22 de outubro – 16h às 19h.
16h às 17h   Case: Comunicação Hospitlar em tempos de Pandemia II
Palestrante: Vanessa Amorim
17h às 17h05  Intervalo
17h05 às 17h55  Case: Comunicação Hospitlar em tempos de Pandemia III
Palestrante: Elaine Madalhano
17h55 às 18h   Intervalo
18h às 19h Comite de Comunicação FEHOSP Bate Papo sobre ações e compartilhamento de informações.
Palestrante:  

Sistema de Gestão e T.I.

1ª ETAPA – 21 de outubro – 13h às 16h
13h às 14h20 LGPD: os hospitais estão realmente preparados? Proposta: Proporcionar troca de informações técnicas entre os participantes a fim de que consigam identificar as variáveis necessárias para a segurança da informação de suas organizações com visão crítica dos riscos e oportunidades que permitam acelerar as ações que ainda são necessárias para a efetivação da lei geral de proteção de dados
Palestrante:Teresa Gutierrez
14h20 às 14h50  Saúde 4.0: Mitos e Verdades
Palestrante: Djalma Gomes dos Santos
14h55 às 16h Blindagem da estrutura de segurança da informação no tripé – pessoas, processos e tecnologia
Palestrante:Jihan Zoghbi e Vitor Tadeu Ferreira
  
2ª ETAPA – 22 de outubro – 13h às 16h.
13h às 14h  DATASUS: como os sistemas de informação do Ministério da Saúde podem auxiliar nos processos de trabalho e impactar nas decisões estratégicas. 
Palestrante: 
Proposta do tema: Verificar as principais atualizações que foram realizadas pelo gestor nacional no sentido de facilitar a utilização dos sistemas, reunir dados mais qualificados e utilizar no ambiente hospitalar para auxiliar na parametrização de informações que impactam na geração de valor para tomada de decisão gerencial. 
14h às 15h50 Segurança de Dados Institucionais: quanto vale para a sua organização?
Palestrante:Raphael Castro
15h às 16h Inteligência de Mercado: BI aplicado ao negócio saúde e seus reflexos nos resultados. 
Palestrante:Sócrates Cordeiro
Proposta do tema: Identificar os riscos e oportunidade dessa ferramenta na área de saúde. É sabido que outros segmentos de mercado utilizam amplamente esse recurso para alavancar os seus produtos e serviços identificando os potenciais clientes. Com isso, os hospitais precisam se apropriar de seus indicadores e desenvolver estratégias para continuar competitivos no mercado de saúde.

Qualidade e Segurança do Paciente

1ª ETAPA – 21 de outubro – 13h às 16h.
13h às 14h55  Experiência do Paciente: qualidade, segurança, eficiência, desfecho clínico e prestação de serviços pela ótica do usuário. 
Palestrante: 
Proposta do tema: Oportunidade para conhecer os aspectos que promovem um atendimento de excelência relativo à jornada do paciente dentro da organização de saúde. As organizações de saúde têm que se adaptar para atender à exigência do seu cliente que não mais admite continuar a ser invisível, mas para que essa transformação ocorra, há que se promover uma mudança cultural na forma como ainda concebemos o cuidado que outrora era pensado no hospital em si e a nova ordem exige que passa a ser focado no paciente e sua família, colocando-os no centro do cuidado.
14h55 às 15h Intervalo
15h às 16h Cuidados Centrados na Pessoa e a Política Nacional de Humanização 
Palestrante:Rosa Luiza Moraes Teixeira de Aguiar
Proposta do tema: Debater os princípios da inseparabilidade entre a atenção e a gestão dos processos de produção de saúde, a transversabilidade e autonomia e protagonismos dos sujeitos permitirá ampliar a visão sobre a Política Nacional de Humanização. Um grande desafio das instituições de saúde está centrado na forma como estabelece as suas diretrizes, normativas e atitude para com as pessoas que deve ser o foco das atenções. Com isso, manter o cuidado centrado nas pessoas exige seguir na contramão de arcaicas práticas que ainda perduram nos Hospitais e serviços de saúde, pois requer que os profissionais que atuam nas diversas áreas trabalhem colaborativamente com o paciente, ou seja, significa construir o tratamento mais adequado ou adaptado às necessidades daquele indivíduo que é um ser ativo e o maior interessado na condução da linha de cuidados. Havemos de exercitar a compaixão, empatia, nossa capacidade de resposta aos anseios do paciente, ter ações coordenadas e integradas para a não fragmentação dos processos, atentar para o conforto físico, o suporte emocional e espiritual que alivie os temores e a ansiedade tendo a responsabilidade de envolver o núcleo familiar e dos amigos, permeados no universo da informação, comunicação e educação permanente. Afinal, o sucesso ou insucesso das organizações de saúde é percebido com base nas suas condutas para com os seres humanos. E o seu hospital? De que lado se encontra?
  
2ª ETAPA – 22 de outubro – 13h às 16h.
13h às 14h30 Letramento em Saúde: o que os pacientes (não) entendem de fato
Palestrante:Maria Dolabela de Magalhães e Rogério Malveira Barreto
14h às 14h35 Intervalo
14h35 às 16h  Projeto Lean nas Emergências: redução das superlotações nos hospitais 
Palestrante:Rasivel dos Reis Santos Junior e Marco Saavedra Bravo
Proposta do tema: Conhecer os avanços do projeto e observar as condicionantes para a participação dos hospitais filantrópicos cujo objetivo é ter solucionadas as principais crises nas emergências, tais como: • Serviços de urgência (Pronto Socorro) sempre lotados; • Dificuldade de internação de pacientes; • Recusa de recebimento de ambulâncias; • Transporte fragmentado e desorganizado; • Ausência de atendimento especializado; • Atendimento e lotação nos serviços de urgência de pacientes de baixo risco. 
O projeto Lean nas Emergências é uma iniciativa do Ministério da Saúde – MS, sendo desenvolvido no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Oncologia

1ª ETAPA – 21 de outubro -16h às 19h.
16h às 17h25 Estratégias para a retomada consciente, eficiente e segura dos atendimentos oncológicos profundamente afetados pela pandemia.
Palestrante:Cristina Moro, Patrícia Ratto Guimarães. Moderedora: Luciana Holtz
Proposta do tema: No início, o medo tomou conta. Exames, tratamentos e consultas pré-agendados foram suspensos ou cancelados, tanto a pedido do paciente como por medida de segurança adotada pela instituição. Houve muito represamento. Aos poucos, o medo foi dando lugar à ansiedade e à angustia de não saber o tempo que vai levar para o fluxo de atendimento voltar ao normal. Quais estratégias institucionais e regulatórias já foram, estão sendo ou serão implementadas para garantir a retomada consciente, segura e eficiente dos atendimentos oncológicos no curso e pós pandemia.
17h25 às 17h35  intervalo
17h35 às 19h  Barreiras para garantia do diagnóstico precoce do câncer no SUS Como superá-lás?
Palestrante:Nelson Teich, Geraldo Reple Sobrinho e Katia Ramos Moreira Leite. Moderadores: Pascoal Marracini  e Tiago Farina Matos 
Proposta do tema: Relatório de auditoria operacional publicado pelo TCU em 2019 (http://bit.ly/2qr74Ni) constatou que o diagnóstico do cancer no país não está sendo realizado em tempo de reduzir o grau de estadiamento elevado no início do tratamento da doenca. Como consequência lógica dessa trágica realidade, temos: (a) a elevação dos gastos públicos decorrentes da necessidade de tratamentos mais caros, complexos e prolongados; (b) aumento dos custos previdenciários por afastamento do trabalho; e, em especial, (c) a diminuição das chances de cura, qualidade de vida e sobrevida dos pacientes. Somado a tudo isso, sobrevio a pandemia e, com ela, as barreiras se multiplicaram. O objetivo desta mesa é entender as causas do problema e como os Hospitais podem contribuir para mudar esse cenário.
  
2ª ETAPA – 22 de outubro – 16h às 19h
16h às 17h25  Desafios e medidas para garantir que os hospitais habilitados em oncologia no SUS possam oferecer tratamentos sistêmicos de forma igualitária.
Palestrante:Luis Otavio Stedile, Gustavo Couto Rosa Lopes e Sandro Martins. Moderadores: Tiago Farina Matos e Pascoal Marracini
Proposta do tema: O Estudo “”Meu SUS é diferente do teu SUS””, publicado em 2017 pelo Instituto Oncoguia (http://bit.ly/2HBdCNV), aponta para uma grande desigualdade no acesso a tratamentos sistêmicos dependendo da capacidade financeira e gerencial da unidade habilitada em oncologia. Em muitos centros se oferece tratamentos inferiores ao preconizado pelo próprio Ministério da Saúde através das Diretrizes Diagnóticas e Terapêuticas. Alguns centros do SUS referem oferecer tratamentos iguais aos praticados na Saúde Suplementar, beneficiando por um lado os pacientes, mas aumentando ainda mais as diferencas de tratamento entre os diversos centros, contrariando preceitos da saúde pública universal e igualitária em nosso país. Por que isso ocorre e que estratégias poderiam ser implementadas para garantir uniformidade (com qualidade) no acesso a tratamentos sistêmicos no SUS?”
17h35 às 19h O PAPEL DOS HOSPITAIS NA EFETIVAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE CUIDADOS PALIATIVOS
Palestrante:Renata Barbosa, Marcelo Milone Silva e Dalva Yukie Matsumoto. Mediador: Daniel Bonini

Proposta do tema: Segundo o “Índice de Qualidade de Morte”, da The Economist Intelligence Unit, publicado em 2015 ((http://bit.ly/2O2I8EW)), que avalia o grau de disponibilidade de serviços de cuidados paliativos em 80 países do mundo, o Brasil ficou em 42º lugar, atrás de paises como Mongólia (28º), Costa Rica (29º), Panamá (31º), Argentina (32º), Uganda (35º), Uruguai (39º) e Equador (40º). Em 2018, cuidados paliativos ganhou status de política pública a partir da edição da Resolução CIT nº 41, de 31/10/2018, que dispõe sobre as diretrizes para a organização dos Cuidados Paliativos no âmbito do SUS. Apesar do marco regulatório, é preciso superar muitas barreiras para garantir que o paciente tenha efetivo acesso aos serviços de cuidados paliativos, incluindo a desmistificação, para profissionais, familiares e pacientes, sobre a falsa ideia de que os cuidados paliativos devem ser empregados apenas no final da vida. Como os hospitais podem protagonizar a mudança nesse cenário é a grande questão a ser debatida nesta mesa.