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1ª ETAPA - 09 de junho - 13h30 às 16h

13h30 às 14h15
Tendências e Megatendências: Construir a Qualidade que está por vir. Os conceitos de segurança e Valor terão que se adaptar a nova realidade. Integração do sistema; busca da equidade; Valorização da Atenção Primária ; Empoderamento dos cidadãos.
Palestrante: Mara Machado
Proposta do tema:
14h15 às 14h25 – Intervalo
14h25 às 15h25
Tendências e Megatendências: Construir a Qualidade que está por vir.
Palestrante:
15h25 às 15h40 – Perguntas e Respostas
15h40 às 16h – Patrocinador

2ª ETAPA - 10 de junho - 13h30 às 16h

13h30 às 14h30
Bioética – Os dilemas éticos estão presentes no dia a dia das instituições de saúde e intensificaram-se no atual cenário da Pandemia. A tomada de decisão, muitas vezes, imediata, deve estar pautada numa segurança ética institucional. O novo cenário de saúde, pautado na centralidade do cuidado, traz a tona essa temática e faz-se necessário que as instituições estejam preparadas para tomar a decisão correta, pautada na ética.
14h30 às 15h
Bioética – cases dos hospitais.
15h às 15h10 – Perguntas e Respostas
15h10 às 15h20 – Intervalo
15h20 às 16h – GESTI
Palestrante: Marcos Aurélio Seixas dos Reis
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1ª ETAPA - 09 de junho - 13h30 às 16h

13h30 às 14h40
O Futuro da Telemedicina
Proposta do tema: O uso de tecnologias para aproximação entre os profissionais de saúde e pacientes está cada vez mais evoluída e acessível. Como exemplo, temos o uso massivo da Teleconsulta em tempos de pandemia, o que permitiu a assistência remota por meio de softwares estruturados para videoconferência, chat, emissão de receitas, pareceres médicos, entre outros diversos recursos.
Palestrante: Jihan M. Zoghbi
14h40 às 14h50  – Intervalo
14h50 às 16h
Hospital 4.0 – Tendências e Inovações
Proposta do tema: A evolução das indústrias por meio de utilização de sistemas de automação, tecnologias de apoio e tomada de decisão foi essencial para a sobrevivência de mercado e aumento de toda cadeia produtiva – aplicação de menor esforço humano em tarefas repetitivas e geração de maior qualidade e padronização nos processos/produtos. Em hospitais, a introdução destes métodos particularmente configurados para fins de saúde geraram o nascimento do termo Hospital 4.0, cuja disrupção tecnológica colocou estas instituições em patamares mais evoluídos de administração, melhorando a apoiando os cuidados assistenciais e de rotinas. A tecnologia por si só não possibilitou esta mudança de cenário, pois houve a necessidade de preparação e participação de todos envolvidos para que houvesse sentido e coesão na implantação de novas metodologias. Atualmente, termos antes não usados em instituições estão sendo muito mais aprofundados, como o uso da internet das coisas (IoT), inteligência artificial (AI), Robótica, bigdata e Telemedicina.
Palestrante: Guilherme Ribeiro

2ª ETAPA - 10 de junho - 13h30 às 16h

13h30 às 14h40
A transformação digital na gestão de pessoas “O Big Reset do RH”
Proposta do tema: É inegável que estamos vivendo um momento de mudanças, de transformação! A pandemia nos trouxe um cenário onde rapidamente tivemos que nos readaptar a novas realidades, e que ainda está gerando mudanças significativas nas pessoas, no trabalho e nas empresas.

Isso tudo exige das empresas e, principalmente, do RH um grande repensar sobre tudo o que fazemos. É sobre este repensar do RH, das pessoas e das empresas que vamos falar.

Palestrante: Ricardo Kremer 
Mediação: Thiago da Silva
14h40 às 14h50- Intervalo
14h50 às 16h
Interoperabilidade nos sistemas de Saúde
Proposta do tema: Atualmente, a tecnologia esta cada vez mais inserida na área da saúde, no entanto, para que tudo funcione de forma otimizada, a implementação de sistemas que compartilham informações entre si, é o grande desafio das equipes de TI. No setor de saúde, a interoperabilidade surge para permitir a troca de dados entre as diferentes ferramentas utilizadas, com novos sistemas de informação, softwares e ferramentas que estão em constante evolução para atender às demandas do setor e facilitar processos na rotina de trabalho dos profissionais envolvidos, gerando informações e relações significativas para o gerenciamento eficaz.
Seguindo o contexto, serão abordadas as principais integrações já realizadas pelo Grupo Santa Casa de Franca, nas áreas assistenciais, apoio, administrativa e cloud.
Palestrante:
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1ª ETAPA - 09 de junho - 16h30 às 19h

16h30 às 19h
Os impactos da lei de proteção de dados na comunicação.
Palestrantes: Rogério Águeda Russo, Daniel Martinez e Carlos Henrique Carvalho.

2ª ETAPA - 10 de junho - 16h30 às 19h

 16h30 às 17h30 – com intervalo de 10 min.
O cancelamento virtual das empresas – como prevenir e se defender.
Palestrante: Issaaf Karhawi
17h30 às 18h30
Mobilização política, engajamento social e a comunicação – como defender pleitos e ter presença no legislativo.
Palestrantes: Julia Maria Povoas Ferreira, Rodrigo Beillo Moraes e Ana Lúcia Batista Pavão.
18h30 às 19h
Apresentação Fonif para o Engajamento das Filantrópicas
Palestrante: Carmem Murara
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1ª ETAPA - 09 de junho - 16h30 às19h

16h30 às 17h40
A iniquidade no acesso a tratamento sistêmico: quais são os ajustes regulatórios necessários para resolver esse problema?
Proposta do tema: Um dos maiores gargalos da atenção oncológica no SUS é a iniquidade no acesso a tratamento sistêmico. Novas tecnologias vão sendo incorporadas, mas não ofertadas, seja por falta de uma coordenação nacional na aquisição dos medicamentos seja por falta do correspondente reajuste na tabela de procedimentos no SUS. Consequentemente, fica muitas vezes inviabilizada a inclusão desses tratamentos nos protocolos de conduta dos hospitais habilitados em oncologia no SUS. O tema vem sendo debatido há anos, mas quase nada foi feito para superar esse desafio. A proposta da mesa é bastante prática: quais ajustes regulatórios poderiam ser feitos para eliminar ou mitigar os fatores centrais que levam à desigualdade no acesso ao tratamento sistêmico.
Palestrante: Cláudia Osório
17h40 às 17h50 – Intervalo
17h50 às 19h
Quais os principais nós críticos e propostas de ações previstos no novo Plano de Atenção Oncológica do Estado de São Paulo e qual o papel dos hospitais filantrópicos?
Proposta do tema: No final de 2020, o Grupo Condutor Bipartite de Doenças Crônicas Não Transmissíveis elaborou o Plano de Atenção Oncológica do Estado de São Paulo. Esse plano apresenta uma série de nós críticos relacionados aos três níveis de prevenção à saúde (primária, secundária e terciária), bem como aos mecanismos de regulação e monitoramento/avaliação. Para cada nó crítico, são apresentadas propostas de ações que, se implementadas, podem contribuir para a garantia de uma atenção oncológica mais justa no Estado de São Paulo. A ideia da mesa é conhecer com mais profundidade a inteligência por trás do Plano de Atenção Oncológica e discuti-la na perspectiva do setor filantrópico da saúde.
Palestrante:

2ª ETAPA - 10 de junho - 16h30 às19h

16h30 às 17h40
Como os hospitais estão se preparando para o provável cenário de aumento dos casos de câncer avançado em função do represamento de diagnósticos durante a pandemia?
Proposta do tema: O real impacto da pandemia sobre a assistência a outras patologias só será conhecido daqui a alguns anos. Contudo, dados como o apresentado no Radar do Câncer / Especial Covid-19 (https://bit.ly/3lfjwHZ) anunciam uma verdadeira epidemia de novos casos de câncer em estágio extremamente avançado. O objetivo desta mesa é retomar a discussão do Fórum passado sobre quais estratégias institucionais e regulatórias já foram, estão sendo ou serão implementadas para minimizar os efeitos da pandemia na atenção oncológica.
Palestrante:
17h40 às 17h50 – Intervalo
17h50 às 19h
Os gargalos que dificultam o acesso em tempo oportuno à radioterapia e à cirurgia oncológica.
Proposta do tema: É de conhecimento público que o investimento em cirurgia oncológica e radioterapia garantiria, de uma só vez, (a) melhor prognóstico do paciente com câncer e (b) maior eficiência na aplicação dos recursos públicos. Não obstante o poder público tenha adotado algumas medidas nos últimos anos para aumentar o acesso e a qualidade dos tratamentos cirúrgicos e radioterápicos, tais medidas foram insuficientes ou pouco efetivas. Quais soluções estão sendo idealizadas e quais delas priorizar no cenário atual?
Palestrante: