28º Congresso de Presidentes, Provedores, Diretores e Administradores Hospitalares de Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo.

28ª MOSTRA DE MATERIAIS,EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS HOSPITALARES

Dia 23 de abril – terça-feira

8h às 9h30 – Pré-Congresso

  • Sala 1 – Filantropia
  • Sala 2 – Contratualização
  • Sala 3 – Atualidades: desafios e oportunidades

9h45 às 17h30 – Congresso

9h45 às 10h15 – Abertura – Congresso

10h15 às 11h – Fazendo check-up na gestão: eficiência no diagnóstico, sucesso no tratamento.

Proposta: São múltiplas as possibilidades de melhoria nos diversos aspectos que compõem a gestão hospitalar. Considerada como uma das mais complexas dentro do ambiente corporativo, ela assume maior abrangência ainda quando está imersa no ambiente filantrópico. Nesse sentido, conquanto se possam reconhecer várias iniciativas pautadas pela vontade de acertar, é indispensável conjugar essa motivação com o uso adequado de ferramentas e instrumentos modernos de aprimoramento da gestão.

Pessoas, Processos e Resultados devem ser diagnosticados adequadamente para posterior administração das terapias-alvo mais indicadas. E Mais: além do “olhar para dentro”, será inevitável encarar os desafios a serem impostos por um 2019 que trará também a atuação de novas lideranças na área governamental.

Esse conjunto de fatores fará com que o modelo de negócios de nossos hospitais tenha que ser rediscutido, sempre buscando inevitavelmente a eficiência nos métodos, e a eficácia nos resultados.

Este é o objetivo do nosso evento, já em sua 28ª edição: trazer aos nossos congressistas esse novo ambiente da saúde e desafiá-los para entendê-lo de forma a alavancar as suas instituições para novos patamares de desempenho.

11h às 12hO poder de transformação do empreendedor Brasileiro:  negócios de impacto, perspectivas para o país, inovação e valor em saúde.

12h às 12h30 – Debate

12h30 às 14h – Almoço

14h às 14h45 – Gestão de Pessoas: da radiografia à terapia personalizada.

Proposta: As nossas instituições vivem um papel singular quando se considera o perfil da sua força de trabalho. Somos tradicionalmente formadores de quadros profissionais e para consegui-los tivemos de enfrentar muitos obstáculos. Enfrentamos as dificuldades que foram e vêm sendo impostas por uma educação formal carente de especializações em vários segmentos. Ainda que tal cenário nos imponha um enorme desafio, temos também que enfrentar a natural concorrência de setores mais competitivos que nos subtraem continuamente profissionais qualificados. Esses aspectos aliados à novíssima questão da reforma trabalhista suscitam debates e instigam nossos administradores a “radiografarem sistematicamente” a sua força de trabalho. “Administrar as terapias mais recomendadas” significa não só estimular a motivação permanente das equipes do hospital, como também criar condições para garantir sua permanência nos nossos quadros.

14h45 às 15h05 – Diagnóstico da Cultura Organizacional: o autoconhecimento como motivador para os processos de transformação do negócio hospitalar – Case – Santa Casa de São Carlos: Diagnóstico de Cultura.

15h05 às 15:30h – Debate

15h30h às 16h – Coffee break

16h às 16h40 – Fazendo Anamnese dos processos de trabalho.

Proposta: Os hospitais são instituições diferenciadas; recebem estímulos diversos que cotejam seus métodos e processos de trabalho diuturnamente. São entidades que vivem um ambiente corporativo permeado por mudanças oriundas de fatores tecnológicos, sociais e humanos. Em função disso, tem naturalmente que se revisar e rever seus padrões de trabalho para ajustá-los às demandas que os ambientes interno e externo instigam. A velocidade das mudanças, que hoje já é intensa, deverá ser mais acelerada nos próximos anos. Cabe às nossas lideranças criar um ambiente de permanente “anamnese dos seus processos de trabalho” com o envolvimento de suas equipes.

É com esse foco que este painel propõe aos congressistas a reflexão de suas práticas atuais, ainda que sejam as mais tradicionais e tenham sido exitosas, onde os cases nos permitirão fazer analogias e reflexões em nosso modelo de gestão. “ O que nos trouxe até aqui não nos levará ao Futuro”

16h40 às18h – Painel de Cases e Debate

16h40 às 17h – Case 1: Gestão por Processos: o gerenciamento de negócio ponta a ponta.

17h às 17h20 – Case 2 – Liderança Profissional: mantendo o foco na missão institucional baseada nos valores centrados nas pessoas, processos e resultados.

17h20 às 17h40 – Case 3 – Uso de tecnologias disruptivas para gestão de processos e captação de recursos.

17h40 às 18h – Debate

DIA 24 de abril – quarta-feira

8h30 às 9h – Modelos de Negócios: Do Check-Up às Terapias inovadoras.

Proposta: A configuração de grande parte do mundo empresarial na atualidade é diametralmente diferente do modelo original. Isso vem sendo verdadeiro para Bancos, Indústrias de ponta, Instituições de Ensino, e será verdadeiro também para os Hospitais Filantrópicos.

O país terá pela frente alguns anos de duros ajustes na sua política fiscal e econômica, e os setores que tem forte relação de negócios com os governos, certamente serão muito mais afetados. É o caso dos hospitais filantrópicos cuja rentabilidade depende em muito da relação com o SUS.

Neste painel, os palestrantes trarão um cenário empresarial, que à primeira vista poderá parecer distante do nosso ambiente hospitalar. Observaremos, no entanto, que essas organizações fizeram em algum momento os seus check-ups, alinharam suas forças e suas fraquezas, redescobriram novos modelos, criaram suas terapias inovadoras, e, fundamentalmente, demonstraram coragem em mudar.

O nosso desafio é semelhante.

9h às 9h20 – Debate

9h20 às 10h –  Fortalecendo a imunidade e a resistência das Instituições: Fontes Criativas de Captação de Recursos.

Proposta: Assim como os organismos vivos, as instituições também precisam criar e fortalecer seus mecanismos de defesa. No ambiente da filantropia, essa preocupação deve ser redobrada, pelos fatores que são muito conhecidos por todos aqueles que têm poder de decisão.

Nos últimos anos, empresas do mundo privado e entidades filantrópicas fecharam suas portas. Não desconsiderando as particularidades inerentes à cada situação, algumas linhas em comum poderiam ser visualizadas ligando essas histórias de insucesso. Uma delas é aquela que evidencia a unicidade na geração dos recursos financeiros. O fato de optarmos por ser entidade filantrópica, e ter uma relação muito próxima com os governos, não pode nos confinar a ter exclusivamente essa fonte de recursos financeiros como geradora do caixa da instituição.

Será preciso desenvolver anticorpos e aumentar nossa imunidade e resistência para levarmos nossas entidades a saudáveis patamares de sustentabilidade econômica.

Nesse sentido, este painel pretende oferecer um eixo com indicadores de ação e referenciais de sucesso em entidades, que já compreenderam que avançar além dos limites convencionais, pode determinar a sobrevivência e a longevidade institucional.

10h às 10h30 – Coffee Break

10h30 às 12h30 – Painel de Cases e Debate

10h30 às 10h50 – Case 1 – Plano de Saúde Santa Casas: relato de uma experiência para ampliar a fonte de receitas.

10h50 às 11h10 – Case 2 – Ociosidade x Oportunidade: obtendo ganhos a partir de uma fragilidade de negócio.

11h10 às 11h40 – Case 3 – Estimulando uma cultura de doação: dando vida às ideias, projetos e alavancando a captação de recursos.

11h40 às 12h00 – Case 4 A Visão do Doador: como o empresariado poderá contribuir para modernizar as Santas Casas e Hospitais Beneficentes.

12h às 12h30 – Debate

12h30 às 14h – Almoço

14h às 14h45 – Sustentabilidade Econômica: o futuro dos contratos e pagamentos.

Proposta: Os tecidos vivos muitas vezes mostram-se fragilizados apresentando a necessidade de receber estímulos que lhe devolvam a energia e a vitalidade. Nos processos de apuração dos custos hospitalares, embrião da formação de preços e da cristalização dos contratos, observa-se alguns aspectos com esse tipo de similaridade. É possível que estejamos apurando de forma inadequada os custos dos procedimentos, levando em consequência à elaboração de contratos com valores impróprios. Assim como nos organismos vivos, a subavaliação da força dos agentes que interferem na sua saúde pode levar a diagnósticos e terapias inadequadas, a apuração dos custos hospitalares da maneira mais tradicional, está por requerer novos olhares com instrumentos de apuração que utilizem lentes mais acuradas e de maior precisão.

Neste painel, teremos contato mais estreito com metodologias de apuração mais ajustadas à essas novas demandas.

14h45 às 16h – Painel de Cases e Debate

14h45 às 15h05 – Case 1: O DRG no SUS

15h05 às 15h25 – Case 2: O DRG na saúde suplementar

15h25 às 16h – Debate

16h às 16h30 – Coffee Break

16:30 às 17h30 – Política de Remuneração do Ministério da Saúde.

17h30 às 18h – Debate

Dia 25 de abril – quinta-feira

8h30 às 9h10 – Painel – SINALIZANDO O FUTURO – PARTE I

Proposta: Ao longo do tempo a expectativa de vida do brasileiro vem aumentando: o brasileiro que nascia em 1940 vivia, em média, 45,5 anos; em 1970, 57,6 anos, chegando a mais de 75 anos a partir de 2015. O aumento também foi de 3,5 nos últimos 10 anos. O brasileiro nascido em 2006 tinha a expectativa de viver 72,3 anos; número que passou para 75,8 em 2016.

Não há pesquisas tão densas sobre a longevidade das instituições brasileiras, em particular as filantrópicas, mas há uma natural inquietação quando se tenta projetar o futuro das instituições.

O que devemos esperar em cenários futuristas que serão construídos por inovações tecnológicas de alto impacto e com demandas sociais mais agudas? Teremos longevidade institucional crescente como a vida média das populações ou viveremos menos ?

Sinalizar o futuro é a proposta deste painel, que nos oferecerá contato com inovações e construções já consolidadas.

9h10 às 11h30 – Painel de Cases e Debates

9h10 às 9h40 – A assistência do futuro: Cuidados Continuados e Hospital de Transição.

9h40 às 10h10 – Os times do futuro: quais são as competências, habilidades e capacitações dos profissionais do presente com olhar no futuro. 

10h10 às 10h40 – A dosagem da transformação digital: remédio ou veneno.

10h40 às 11h30 – Debate

11h30 às 12h – Storytelling – Relato de uma Santa Casa que Influenciou o destino do Brasil.

12h – Encerramento

9 – Fóruns Técnicos

Das 9h às 18h

Coffee Break manhã: 11h às 11h30

Almoço: 13h às 14h30

Coffee Break tarde: 16h às 16h30

OS FÓRUNS TÉCINCOS ACONTCERÃO NOS DIA 22, 23 e 24 de abril de 2019 e foram pensados para ampliar o conhecimento técnico dos participantes, inclusive com a apresentação de casos que servirão de base para auxiliar na tomada de decisão em seus serviços de saúde

Dia 22 – segunda-feira

FÓRUM 1 – Controladoria – finanças, Contabilidade e Custos

As exigências dos órgãos controladores vêm impondo às nossas entidades a necessidade de estruturação e de melhoria de seus processos. Não se preparar adequadamente poderá significar o cometimento de irregularidades, com as penalidades cabíveis e até mesmo descredenciamento. Neste Fórum daremos espaço aos gestores municipal, estadual e Tribunal de Contas para os devidos alinhamentos.

Serão igualmente abordadas as diversas formas de remuneração dos serviços em saúde que farão parte do cenário financeiro nos próximos anos. Um painel com suas vantagens e desvantagens será oferecido aos participantes.

FÓRUM 2 – Sistemas de Gestão e T.I

Sistemas de Gestão

O cenário da inovação tecnológica para os próximos anos promete ser de intensas mudanças. Nossos Administradores Hospitalares necessitarão cada vez mais de instrumentos que sejam inovadores, mas também adaptáveis às suas realidades e ao alcance dos profissionais operadores dos hospitais. Como escolher sistemas, como trabalhar com sistema em nuvem, como assimilar os impactos da tecnologia de inteligência artificial, são alguns temas deste Fórum que ainda trará um panorama das novas ferramentas apoiadas nas tecnologias digitais.

Estar sensível e ter um olhar voltado para esses aplicativos e ferramentas inovadoras, é a postura requerida por aqueles que se comprometem com melhorias permanentes.

Nesta oportunidade, nossos congressistas terão contato com projetos inovadores que já ultrapassaram os limites das simples ideias. Traremos modelos testados e aprovados em instituições do mesmo porte e similares às nossas entidades.

FÓRUM 3 – Governança Clínica

Os desafios da Governança Clínica passam por vários eixos de análise. Se de um lado temos a complexidade das operações hospitalares a exigirem constante aprimoramento profissional, de outro temos os valores do ambiente hospitalar sempre em contínuo processo de transformação. Em uma sociedade cada vez mais organizada e exigente, a governança clínica de um hospital ganha uma dimensão desafiadora.

Com esse foco, estamos trazendo para este Fórum debates e alinhamentos referentes à temas como auditoria e qualidade, gerenciamento de risco e comunicação assistencial. Complementarão a abordagem, análises e cases de sucesso com experiências sobre a eficácia e a eficiência clínica e os cuidados centrados no paciente.

FÓRUM 4 – Gestão de Pessoas

Estamos vivenciando uma das maiores transformações na relação laboral no país. A reforma trabalhista completará em outubro, dois anos de implementação, e seus primeiros reflexos já se fazem sentir no mercado de trabalho. Discutiremos neste Fórum novos modelos de jornadas de trabalho, dentro do ambiente de maior liberdade que foi proporcionado pela reforma trabalhista.

Em paralelo, a programação reserva também amplo espaço para discussão de formas de aprendizagem e o sempre necessário aprimoramento de talentos e das lideranças. Nossas entidades serão desafiadas a buscarem modelos novos que estimulem os seus

colaboradores a se engajarem e a se comprometerem mais intensamente com os objetivos institucionais. Finalizaremos os debates com um dos maiores desafios atuais na gestão de pessoas: o da comunicação interna.

Dia 23 – terça-feira

FÓRUM 5 – Cadeia de Suprimentos – Compra, Almoxarifado e Farmácia

A dinâmica de aquisições foi tratada durante muitos anos de maneira estanque e isolada dos demais processos de disponibilização de materiais e insumos hospitalares. Não há como conquistar avanços e proporcionar ganhos para as instituições, se não abordarmos os processos de compras como uma cadeia de suprimentos.

Nesse sentido, a interligação das etapas vista com um foco homogêneo favorecerá a redução de desperdícios e os ganhos de escala. Atenção especial deverá ser dada à questões delicadas como a prevenção de fraudes e redução de desperdícios.

Apropriando-se dos avanços tecnológicos, o Fórum trará análise de viabilidade da robótica na cadeia de suprimentos e o contato com novos dispositivos das plataformas de compras. Daremos também atenção às boas práticas na gestão das OPME’s, sempre um tema a merecer especial cuidado pela relevância que possui.

FÓRUM 6 – Qualidade e Segurança do Paciente

FÓRUM 7 – Jurídico

Neste ano teremos no nosso tradicional encontro jurídico um cardápio bem variado.

As novas regulamentações da Filantropia, associadas à análise dos dispositivos da Lei de Proteção de Dados, irão desafiar nossos profissionais para elaborarem programas internos visando ao atendimento dos preceitos legais. Complementando a programação, teremos ainda a abordagem da Resolução CMED 02/18, e um amplo espaço de discussão dos efeitos da já implantada Reforma Trabalhista, e dos dispositivos que estarão no bojo da nova Lei da Previdência, que acreditamos, estará no momento do Congresso da FEHOSP em seu mais polêmico momento.

Dia 24 – Quarta-Feira

FÓRUM 8 – Hotelaria e Hospitalidade

Onde começa um atendimento hospitalar ? Essa pergunta foi feita em uma pesquisa na década de 60 para um grupo de profissionais de hospital e teve respostas variadas dos enfermeiros e médicos, cada qual focando isoladamente o seu processo e o seu ambiente. Se fosse perguntado atualmente, certamente os olhares seriam outros. A humanização do ambiente hospitalar coloca os valores de hospitalidade a nortear  processos e métodos, e principalmente as atitudes dos profissionais afetos ao atendimento ao paciente, desde a chegada até a saída do hospital.

Entender as sensações dos pacientes, dos seus familiares, e saber trabalhar com elas de maneira profissional, pode não só distinguir uma instituição das demais, como também fazer com que ela seja reconhecida pelos que por ela são atendidos, como uma instituição comprometida com os melhores e mais autênticos valores sociais.

Neste Fórum, teremos abordagens tanto da melhor logística no fluxo do atendimento, quanto nas mais recomendáveis práticas de atenção aos pacientes e acompanhantes.

FÓRUM 9 – Comunicação.

A produção de releases por parte dos profissionais de imprensa responsáveis em boa parte pela imagem institucional dos hospitais será um dos temas deste Fórum. Outro foco será conhecer plataformas de comunicação que auxiliam na mensuração dos resultados da comunicação, considerado um dos temas mais áridos e subjetivos da área.

Considerando os extraordinários avanços da comunicação em redes sociais, traremos profissionais que trabalham como influenciadores digitais, suas plataformas de atuação para levar nossas instituições para o diálogo permanente com seus públicos cada vez mais ligados na comunicação digital.

Nossos assessores de imprensa, profissionais de marketing, relações públicas, gestores, porta-vozes, secretárias, recursos humanos e diretorias estão convidados a participarem deste fórum para debaterem com os especialistas convidados os avanços na comunicação, que são desafios constantes, e que podem e devem ser apoiados em ferramentas e aplicativos tecnológicos.