14h às 17h30 – Pré-Congresso:

Sala 1 – Filantropia

Palestrante:  Brunno Ferreia Carrijo

Sala 2 – Programa Santas Casas Sustentáveis

Sala 3 – Oficina de Liderança com a Utilização Metodologia Lego® Serious Play

Palestrante:  Márcio Camargo

18h30  – Abertura Oficial

19h – Palestra de Abertura – Uma História de Superação

Palestrantes: Roman Andrade Romancini

Pauta do Dia: Discutiremos o que é mito e o que é verdade sobre as diversas estratégias de sustentabilidade na gestão hospitalar

8h às 12h30 – Painel I – Rentabilidade e sustentabilidade do setor filantrópico da saúde. Mitos e Verdades.

Proposta do tema: O que é mito, e o que é verdade? As diversas realidades que compõem a estrutura das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, oferecem múltiplas análises e leituras. O SUS atende às necessidades de remuneração e Sustentabilidade dos nossos hospitais? O sistema de remuneração atualmente praticado é o mais adequado? Deixar de atender o SUS impactará no equilíbrio econômico-financeiro dos hospitais? O desafio é e será o de proporcionar o atendimento à população combinando composições de receitas mais realistas alinhados com os custos e com o uso de indicadores de produção ambulatorial e de internamento, buscando a segurança e qualidade assistencial. Rentabilidade, Sustentabilidade e qualidade: são mais que palavras que podem transformam mitos em verdades.

8h30 às 9h30 – Análise crítica e proposta para um modelo sistêmico.

Palestrante: Wilson Pollara

9h30 às 10h15 – Experiências com a Rede SUS de Belo Horizonte/MG.

Palestrante: Jomara Alves da Silva

10h15 às 10h45 Case 1 – Fundação Padre Albino A Trajetória Filantrópica da FPA: Gestão e Sustentabilidade. 

10h45 às 11h15–  Coffee Break

11h15 às 11h45 Case 2 – Grupo Santa Casa BH: Desempenho Financeiro, Governança, Inovação, Pessoas e Sustentabilidade 

Palestrante: Gonçalo de Abreu Barbosa

11h45 às 12h30 – Debate com perguntas e respostas

12h30 às 14h30 – Almoço

14h30 às 18h – Painel IISoluções de Negócios para o fortalecimento da Sustentabilidade dos Filantrópicos.

 Proposta do Tema: Nossas entidades têm implantado soluções criativas de negócios e adesão às redes de atenção à saúde que ajudam no financiamento de suas operações hospitalares. A pretensão deste painel é trazer aos congressistas as possibilidades na adoção dessas soluções. Funcionamento em Redes e implantação de programas de Educação já trazem realizações concretas em algumas regiões, ajudando na construção de verdades que poderão ser implementadas por todos, visando a reestruturação do setor filantrópico com o fortalecimento do conjunto das entidades para o enfrentamento dos desafios e, por conseguinte, reposicionamento estratégico no competitivo mercado de saúde.

14h30 às 15h – Planos de Saúde Filantrópicos.

Palestrante: Rogério Medeiros

15h às 15h30 – Rede de Saúde Filantrópica.

Palestrante: Mario Cesar Homsi Bernades

15h30 às 16h – Debate com Perguntas e Respostas

16h às 16h30 – Coffee-Break

16h30 às 17h – Rede de Inovação.

Palestrante: Jader Pires da Silva

17h às 17h30 – Hospital de Ensino.

Palestrante: Danilo Carvalho Oliveira

17h30 às 18h – Debate com Perguntas e Resposta

18h – Happy Hour – Local: Feira de Produtos Hospitalares

Pauta do Dia: Devemos manter um olhar tecnológico no ser humano ou um ser humano com olhar tecnológico?

8h30 às 10h30 – Painel I – A Importância das Pessoas na Gestão Hospitalar. Proposta do tema: Uma das verdades mais inquestionáveis é a que consolida o ser humano como agente de Mudança e Transformação. O mito da preponderância da planificação extrema sobre as pessoas, que foi prevalente em boa parte do século XX, vem sendo descontruída neste século. A cada dia vemos e sentimos a velocidade das mudanças na sociedade, impulsionadas pelas atitudes das pessoas colaborativas e engajadas, mas será que estamos exigindo que estejam sempre e altamente motivadas? Nosso segmento cuida de gente, e é a nossa gente que requer a atenção para poder contribuir com padrões de prestação de serviços com segurança e qualidade. O nosso ambiente hospitalar possui forte potencial para oferecer à sociedade realizações nesse campo. No entanto, há que desconstruir o mito de que aos hospitais estaria reservado apenas um papel secundário de cuidar das enfermidades de seus assistidos sem a preocupação de incorporar as boas práticas no campo da gestão de pessoas. Temos de fato exercitado a empatia e uma gestão na área de saúde?

8h30 às 9h – Melhores práticas na gestão de recursos humanos.

Palestrante: Márcio Camargo

9h às 9h30 – Case: UNIMED Vitória – Engajamento, Cultura da Empatia e Cuidado com o Colaborador 

Palestrante: Cosme Péres

9h30 às 10h20 – As tendências do comportamento no mundo corporativo.

Palestrante: Alexandra Assad

10h20 às 10h30 – Debate com Perguntas e Respostas

 10h30 às 11h – Coffee-Break

11h às 12h30- Painel II – Ambiente de trabalho e Síndromes de Stress.

Proposta do tema: Os ambientes de trabalho são pródigos em produzir soluções tecnológicas, progresso das empresas e geração de recursos para o país, favorecendo o crescimento profissional dos colaboradores e lhes proporcionando melhorias na qualidade de vida. A esse conjunto de preciosidades junta-se entretanto o fantasma da doença profissional e suas consequências perversas. Em grande medida, o mal do século XXI, a depressão, tem algumas de suas raízes fundadas em indesejadas condições de alguns ambientes de trabalho. O que é mito ou verdade? Neste painel, faremos uma análise detalhada desses benefícios x malefícios, para que que nossos congressistas possam construir modelos de gestão em que preponderem produtividade e eficiência, conjugadas com valores humanistas e de cooperação permanentes e de resultados. Estamos cuidando de quem cuida de gente?

11h às 12h – Como encontrar limite em um mundo sem limites?

Palestrante: Rafael Cristofoletti

12h às 12h30 – Liderança como instrumento de transformação.

Palestrante: Jairo Martiniano

12h30 às 14h30 – Almoço

14h30 às 18h30 – Painel III – Filantropia 4.0

Proposta do tema: A tecnologia insere-se como um dos fatores mais decisivos de mudança. O domínio das competências no tratamento dos dados possibilitou nas últimas décadas a desconstrução de mitos que estavam prevalentes em muitos campos de atuação. Não foi diferente na saúde hospitalar. O que estamos assistindo nestes últimos anos é a construção de novos padrões de negócios, de operações e de comunicação, com forte impacto em todos os ambientes da sociedade do século XXI. Neste painel discutiremos as soluções possíveis e ao alcance de nossas instituições, desmistificando as premissas de que nos hospitais filantrópicos não tem lugar nesse mundo novo e desafiador.

14h30 às 15h15 – Como integrar startups à cultura de empresas tradicionais.

Palestrante: Guilherme Machado Rabello

15h15 às 15h30 – Debate com Perguntas e Respostas

15h30 às 16h30 – Painel de Startups

15h30 às 15h45 – Startup 1 – Mindifly

Palestrante: André P. Ramos

15h45 às 16h – Startup 2 – Thermofy

Palestrante: Mayco Anderson Moreira.

16h às 16h15 – Startup 3 – Conexa

Palestrante: Guilherme Weigert

16h15 às 16h30 – Startup 4

16h30 às 17h – Coffee-Break

17h às 18h30 – Telemedicina ao alcance dos nossos hospitais.

Palestrantes: Chao Lung Wen / Sandra Franco

18h30 às 19h – Debate com Perguntas e Respostas

19h – Happy Hour – Local: Feira de Produtos Hospitalares

Pauta do dia: Ressignificando Mitos e Verdades na Gestão da Saúde

8h30 às 10h30 – Painel I – Lei Geral de Proteção de Dados

 Proposta do tema: Os novos dispositivos que integram a LGPD influenciarão todos os segmentos da sociedade, sem distinção. Obviamente, alguns terão maior impacto do que outros, mas precisamos estar em conformidade com as exigências legais. É o caso do ambiente da saúde que será desafiado a construir novos padrões de tratamento dos dados, informações e procedimentos de relacionamento com os pacientes, colaboradores, sociedade e órgãos de controle. Traremos neste painel a contribuição de especialistas para os ajustes e alinhamentos fundamentais quanto ao respeito e direitos de todos aqueles que são atendidos e identificar os riscos e oportunidades para as organizações de saúde com a efetivação da LGPD.

8h30 às 9h30 – Aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados aos Hospitais Filantrópicos

Palestrante: João Paulo Salgado Gonçalves

9h30 às 10h –  Apresentação de Case

10h às 10h30 – Debate com Perguntas e Respostas

10h30 às 11h30 – Painel II– Enfim, Mitos ou Verdades?

 Proposta do Tema: Proposta de Tema: Neste painel, discutiremos quatro temas que permeiam o universo da gestão hospitalar: acreditação hospitalar, inovação e tecnologia, financiamento e gente & gestão, pois são essenciais para o desenvolvimento das atividades nos níveis operacional e estratégico. No entanto, compete à alta direção mobilizar esforços para que os diversos atores sejam envolvidos, visto que requer análise sistêmica no sentido de nortear as decisões institucionais cujo o engajamento dos profissionais é o alicerce para os resultados aliado ao contexto das fontes pagadoras. Então, os líderes estão desafiados a manter as mentes livres de pré-conceitos e participar ativamente deste painel, pois afinal, o que de fato é mito ou verdade?

10h30 às 11h15 – Expansão dos programas de acreditação vão resolver todos os problemas?

– Inovação e tecnologia são grandes esperanças?

– Falta gestão nos Hospitais Filantrópicos?

– Precisamos de mais recursos?

Palestrante: José Roberto Ferro | Flávio Battaglia

11h15 às 11h30 – Debates com Perguntas e Respostas

11h30 às 12h30 – Painel Final: Navegar é Preciso.

Proposta do Tema: Precisamos publicizar as experiências exitosas que ocorrem nas instituições de saúde cujos resultados são conseguidos com esforço, dedicação, gestão, planejamento, engajamento, relacionamento e o firme propósito missionário que mobilizam os voluntários na causa das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, tendo em tais organizações o sentido da vida que é o foco na pessoa. Neste sentido, veremos neste painel o conjunto de atividades que foram desenvolvidas pela Associação Lar São Francisco na Providência de Deus, suas articulações com a comunidade e poder público para o financiamento e funcionamento de suas operações, sendo um celeiro de oportunidade para o aprendizado dos Congressistas. Navegar é preciso e desafiar-se também para que não fiquemos apenas como meros expectadores na desconstrução de mitos e efetivação de verdades no setor saúde filantrópica.

– Barco Hospital Papa Francisco: viabilizando saúde, acolhendo vidas!

Palestrante: Frei Francisco Nélio Joel Angeli Belotti

12h30 – Encerramento

Fórum 1 – Controladoria – Finanças, Contabilidade e Custos

Todos sabemos da grande importância dos hospitais filantrópicos para a oferta de serviços de Saúde no Brasil ao Sistema Único de Saúde bem como para o Sistema Suplementar. A prática da Gestão Financeira nos dias de hoje é mais desafiadora e estimulante do que já foi, particularmente em função das mudanças e avanços ocorridos tanto no mercado financeiro de saúde quando no desenvolvimento de instrumentos e ferramentas de gestão financeira. Sabemos também, que a execução destas atividades depende e muito de financiamento. Portanto, com recursos cada vez mais escassos e aumento das exigências dos órgãos de controle, torna-se cada vez mais importante e complexo o controle das aplicações destes recursos. Neste Fórum ouviremos agentes dos órgãos de controle e apresentaremos cases de utilização de ferramentas de gestão. Discutiremos também os novos modelos de remuneração, fontes de recursos e como a era digital influenciará na captação de recursos para nossos hospitais. 

9h às 11h – Novos modelos de remuneração de serviços de saúde e seus desafios.

Palestrantes: Rodrigo Rodrigues de Aguiar / Marcelo Tadeu Carnielo / Teresa Gutierrez

Proposta do Tema: Os modelos atuais de remuneração de serviços de saúde, sobretudo o fee for service, têm sido bastante questionáveis e vêm sendo objeto de restrições regulatórias, a exemplo da Resolução CMED nº 02/2018, que enquadrou como infrações algumas práticas muito comuns no dia-a-dia dos hospitais, como:

a) A oferta de medicamento com valor superior àquele pelo qual foi adquirido

b) A cobrança, do paciente ou do plano de saúde, de valor superior àquele pelo qual o medicamento foi adquirido

A tendência é a migração da margem do medicamento para diárias e taxas e/ou modelos baseados em produção sejam substituídos por modelos que prestigiem a eficiência gerencial e o desfecho clínico.

*Tema em conjunto com o Fórum de Jurídico

11h às 11h30 – Coffee-Break

11h30 às 12h30 – Hospitais filantrópicos na era digital: O que fazer para sobreviver à quarta revolução industrial?

Proposta do tema: A era digital se faz presente, chegou a inteligência artificial, blockchain e diversas tecnologias de inovação e disrrupção mudando drasticamente os mundo dos negócios. Como e onde investir e como captar recursos nos hospitais filantrópicos nesta nova era.

12h30 às 13h – Riscos, vantagens e desvantagens das operadoras no mesmo CNPJ do hospital filantrópico

Palestrante: Rogério Medeiros

 Proposta do Tema: Muitas de nossas entidades buscaram e buscam na saúde suplementar uma fonte de sustentabilidade econômica, neste contexto será importante discutir a melhor opção ao se constituir ou manter a operadora própria no mesmo CNPJ do hospital filantrópico.

13h às 14h30 – Almoço

14h30 às 15h15 – A utilização das ferramentas de Fluxo de Caixa e Orçamento nas Entidades Filantrópicas.

Palestrante: Luís Eduardo Azevedo

Proposta do Tema: Duas ferramentas consagradas na academia, primordiais para uma boa gestão financeira, mas com dificuldades de utilização nas entidades filantrópicas. Diante desta realidade abordaremos e discutiremos práticas que obtiveram êxito na implantação destas ferramentas.

15h15 às 16h – Gestão do Processo de Exames Laboratoriais: o que isso impacta nos resultados financeiro e assistencial.

16h às 16h30 – Coffee-Break

16h30 às 17h30 – Riscos e Vantagens das operadoras no mesmo CNPJ do Hospital Filantrópico.

Proposta do Tema: Muitas de nossas entidades buscaram e buscam na saúde suplementar uma fonte de sustentabilidade econômica, neste contexto será importante discutir a melhor opção ao se constituir ou manter a operadora própria no mesmo CNPJ do hospital filantrópico.

Alimentação do SANI, portal de finanças e demais processos de prestações de contas.

 Proposta do Tema: Os recursos de subvenções estaduais são muito importantes para a sustentabilidade econômico-financeira de nossas entidades, prestar contas com transparência aos órgãos de controles, compreender e alimentar corretamente e nos prazos estabelecidos os sistemas e demais formulários é crucial para o recebimento e manutenção das subvenções.

Fórum 2 – Fórum de Governança Clinica

Governança Clínica é forma em que as organizações de saúde procuram garantir melhorarias contínuas da qualidade da sua assistência e de seus serviços. A proposta desse fórum é abranger os quatro pontos principais desse tema: Desempenho dos profissionais da saúde (qualidade técnica); adequada utilização dos recursos (eficiência); Gestão do Riscos (risco de lesões, ou doenças associadas à assistência); Satisfação dos pacientes com o serviço prestado. 

9h às 10h – Gestão do Corpo Clínico: conceitos, estratégias e futuro emergente nas instituições. 

Palestrante: Flavia R. C. Roza Bosco

Proposta do Tema: Um dos atuais desafios das instituições de saúde diz respeito à gestão dos profissionais do corpo clínico, que atuam ao lado dos demais colaboradores prestando assistência aos pacientes ou utilizando a estrutura para exercer suas atividades profissionais. Pelo grande volume de atividades desse público, os desafios se multiplicam, pois é necessário engajar os médicos, estreitando o vínculo com a instituição e, ao mesmo tempo, buscar a aderência às práticas da organização.

10h às 11h –  Sistema de Qualidade: o início da mudança da cultura hospitalar. 

Palestrante: Ricardo Catto

Proposta do Tema: Ter uma gestão da qualidade significa ter como uma perspectiva contínua de melhoria nos processos que garantem os padrões de excelência definidos pelos órgãos reguladores, além de significar maior aceitabilidade dos serviços pelo paciente e melhoria no resultado do hospital, sem diminuir a qualidade do serviço prestado.

11h às 11h30 –  Coffee-Break 

11h30 às 13h –  Comunicação Assistencial: a importância do espaço de argumentação, discussão e criação de estratégias. 

Palestrante: José Luiz Bichuetti

13h às 14h30 – Almoço 

14h30 às 15h15 –  Gerenciamento de Risco: a tecnologia transformando a experiência do paciente. 

Palestrante: Pedro de Alcântara dos Santos Neto

Proposta do Tema: O gerenciamento de risco parte de uma metodologia capaz de identificar, analisar e corrigir inadequações, a fim de minimizar ou eliminar riscos no alcance dos objetivos da organização.

15h15 às 16h –  Governança Clínica: ferramentas de apoio à gestão. 

Palestrante: Valmir Oliveira Júnior

Proposta do tema: O uso de novas tecnologias na área da saúde não está restrito, apenas, aos equipamentos de última geração que são utilizados em hospitais, centros de diagnóstico, clínicas ou unidades básicas de saúde. O desenvolvimento da área de Tecnologia da Informação tornou o cidadão protagonista na chamada medicina preventiva, onde o foco é a antecipação da doença, ou mesmo, o diagnóstico mais precoce da enfermidade, promovendo a agilidade no tratamento.

16h às 16h30 –  Coffee-Break 

16h30 às 17h30 –  Envolvimento do corpo clínico na gestão.

Palestrante: Bruna Stainer

Fórum 3   –  Cadeia de Suprimentos – Compras, Almoxarifado e Farmácia

Apresentar a importância da visão sistêmica nos processos operacionais e logísticos, além de algumas inovações tecnológicas essenciais ao atendimento dos clientes e na estratégia competitiva das organizações que atuam no setor da Saúde. 

Ter processos definidos nos hospitais para a cadeia de suprimentos proporciona um significativo estágio evolutivo que contribui para os resultados econômicos, sociais e ambientais. Igualmente eleva os padrões de qualidade dos serviços, mantém o foco nas obrigações e exigências legais, reforça relações comerciais saudáveis e elimina práticas que não agregam valor nas perspectivas do negócio, clientes e fornecedores. 

9h às 10h – Compras Sustentáveis na Saúde.

Palestrante: Vital de Oliveira Ribeiro Fillho

Proposta do Tema: O processo de aquisição de insumos é um tema que instiga as organizações de saúde no mundo e deve permear as estratégias dos líderes, pois impacta nas dimensões ambientais: poluição e químicos com a substituição por produtos menos tóxicos, emissões de gases do efeito estufa e mudanças climáticas que requer padronização de medições e informações confiáveis e esgotamento de recursos naturais com a revisão da matriz energética, consumo de água e utilização de matérias-primas cujas ações institucionais devem envolver toda cadeia produtiva de valor. Nesse sentido, este painel levará aos participantes as diretrizes desenvolvidas pela Rede Global de Hospitais Verdes e Saudáveis visando reduzir os danos às pessoas e meio ambiente decorrentes da produção, uso e descarte de produtos médico-hospitalares para assistência à saúde.

10h às 11h –  Sincronização da Gestão do Supply Chain: automatização como fator de redução de custos e otimização nos processos hospitalares.

 Proposta do tema: Gestores de Suprimentos são responsáveis por garantir a estrutura necessária para que um produto, bem ou serviço seja disponibilizado ao usuário com rapidez, segurança e preço justo, sendo impactados diariamente por novas tecnologias, oportunidades de negócio e os mais variados modelos de gestão; logo, torna-se imperiosa a permanente atualização profissional visto que as margens de ganhos estão cada vez mais reduzidas. Isto posto, as organizações de saúde precisam investir em um plano de gestão da cadeia de suprimentos que garanta a disponibilização de produtos aos pacientes no tempo certo e, por conseguinte assegure a segurança aos mesmos e equipes, reduza as compras emergenciais, elimine os estoques duplicados e diminua as áreas de armazenagem, pois geralmente são áreas nobres que devem ser direcionadas para as atividades geradoras de produção
de serviços. Há que se pensar na otimização da gestão das demandas e estoques com balanceamento, planejamento de compras, interação com fornecedores, automatização da distribuição interna dos produtos e avaliação do desempenho dos fornecedores.

11h às 11h30 – Coffee-Break

11h30 às 12h15 –  O paciente no centro da geração de valor: quais são as implicações estratégicas para a cadeia de suprimentos

Palestrante: Priscilla Sartori

12h15 às 13h – Economia Circular: um sistema que pode ser determinante para a sobrevivência planetária.

Proposta do Tema: Repensar o modelo de operação da matriz econômica que basicamente extrai as matérias-primas, as transforma, reforça o consumismo e amplie o descarte desenfreado, sendo fundamental que os hospitais busquem alternativas para ressignificar o crescimento de suas operações focando em benefícios para o conjunto da sociedade, dissociando-se do consumo de produtos finitos e revendo a eliminação de resíduos. Promover a transição do modelo econômico atual para o modelo circular permitirá a construção do capital econômico, natural e social visando a eliminação de resíduos com significativo impacto na poluição que hoje assola o mundo, mantendo produtos e materiais em ciclos de uso por mais tempo possível e isso por si só contribuirá para a regeneração dos sistemas naturais como a água.

13h às 14h30 – Almoço

14h30 às 15h15 – Adesão às atas de preços do Ministério da Saúde: o que isso pode contribuir para a sustentabilidade econômica.

Proposta do Tema: As organizações de saúde muitas vezes preparam os seus processos de compras e isso gera esforços das equipes além de custos para a viabilização do processo que requer negociação, mas que muitas vezes, devido escala e volume a ser adquirido, fornecedores acabam não se interessando em fornecer. Outrossim, as entidades sem fins lucrativos contam com a possibilidade de aderir aos registros de preços de insumos que foram negociados pelo Ministério da Saúde – MS. Com isso, neste painel será apresentado os requisitos e as principais considerações, cuidados, obrigações e benefícios para os hospitais, melhorando à gestão de suprimentos e o desempenho nos resultados.

15h15 às 15h45 –  Compras de produtos farmacêuticos de alto custo: como modelos alternativos de abastecimento podem ajudar.

Palestrante: Paolla Perdigão

16h às 16h30 – Coffee-Break

16h30 às 17h30 – Inbound Marketing: catalisador de resultados na cadeia produtiva de valor.

Palestrante: Alcino Ricoy Junior

Proposta do Tema: Atrair clientes e parceiros e se manter reposicionado, requer estratégias assertivas, inclusive no competitivo mercado de saúde, considerando um mundo cada vez mais digitalizado e que necessita de defensores da marca, valores e propósito de quaisquer empresas. Diante desse desafio, o marketing de atração tem se mostrado com uma importante ferramenta já amplamente utilizada por outros segmentos mercadológicos, pois se baseia na ideia de criação que compartilha conteúdo relevante para um público-alvo, levando a organização a se comunicar diretamente com o seu potencial cliente para instituir um relacionamento duradouro que funciona tanto no segmento B2B (business to business), ou seja, uma empresa vendendo para outra empresa, quanto no B2C (business to consumer), isto é, venda direta ao consumidor final.

Fórum 4 –  Jurídico

9h às 11h – Novos modelos de remuneração de serviços de saúde e seus desafios.

Proposta do Tema: Os modelos atuais de remuneração de serviços de saúde, sobretudo o fee for service, têm sido bastante questionáveis e vêm sendo objeto de restrições regulatórias, a exemplo da Resolução CMED nº 02/2018, que enquadrou como infrações algumas práticas muito comuns no dia-a-dia dos hospitais, como (a) a oferta de medicamento com valor superior àquele pelo qual foi adquirido; e (b) a cobrança, do paciente ou do plano de saúde, de valor superior àquele pelo qual o medicamento foi adquirido. A tendência é a migração da margem do medicamento para diárias e taxas e/ou modelos baseados em produção sejam substituídos por modelos que prestigiem a eficiência gerencial e o desfecho clínico.

*Tema em conjunto com o Fórum de Controladoria – Finanças, Contabilidade e Custo

11h às 11h30 – Coffee Break

11h30 às 13h – Inteligência artificial aplicada à gestão jurídica hospitalar.

Palestrante: Josenir Teixeira

Proposta do Tema:  A inteligência artificial vem ganhando espaço nos mais diversos segmentos. Startups vem apostando alto no que pode vir a ser uma verdadeira revolução no mundo jurídico, com soluções automatizadas, decisões uniformizadas e maior segurança jurídica nas relações sociais. Como os departamentos jurídicos dos hospitais devem ser preparar para esse futuro próximo? É essa reflexão que pretendemos promover neste painel.

13h às 14h30 – Almoço

14h30 às 15h15 – Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/18) e seu impacto no setor da saúde.

Proposta do Tema: Hospitais lidam constantemente com dados pessoais na condução de suas atividades, seja para analisar e compreender o mercado em que estão inseridos, viabilizar e fomentar a pesquisa e desenvolvimento, realizar a gestão de prontuários, do atendimento ao consumidor, ou ainda promover novos modelos de negócio baseados em inovações tecnológicas. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais entrará em vigor daqui a poucos meses. O que, na prática, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais impactará no dia-a-dia do hospital e como se adaptar a ela?

15h15 às 16h – A evolução do fenômeno da judicialização e seu impacto no setor hospitalar.

Proposta de Tema: Compreender o processo de evolução do fenômeno da judicialização da saúde é o primeiro passo para identificar quais as principais causas que ainda levam os pacientes a recorrer ao poder judiciário em busca de uma solução para a garantia do acesso à ações e serviços de saúde. A partir do entendimento das diversas causas da judicialização, medidas regulatórias têm sido gradativamente adotadas na tentativa de eliminá-las ou mitigá-las. Considerando que todas as medidas regulatórias geram efeitos colaterais (afetando, inclusive, a gestão dos serviços de saúde), quais serão os novos desafios para a próxima década no que se refere à judicialização da saúde. A proposta deste painel é provocar uma profunda reflexão futurológica.

16h às 16h30 – Coffee Break

16h30 às 17h30 – Era pós-reforma trabalhista: tendências e desafios.

Proposta do Tema: A reforma trabalhista vem gerando intensas mudanças nas relações trabalhistas de todos os setores econômicos. Novos paradigmas vêm sendo construídos. O que já mudou e o que ainda deve mudar na relação trabalhista do setor hospitalar?

Fórum 5 –  Hotelaria e Hospitalidade

Temas muito abrangentes e complexos a Hotelaria, Hospitalidade e a Humanização em serviços de  Saúde visam oferecer condições de bem-estar, conforto e segurança na hospitalidade, qualidade, valor e satisfação para o cliente durante sua permanência na instituição, com foco na qualidade do atendimento, tornando o ambiente hospitalar o mais próximo possível do ambiente familiar, especialmente no que se refere aos serviços de produção em alimentação e nutrição, processamento de roupas, higienização e limpeza, gestão de resíduos, portaria e vigilância do complexo hospitalar.

Sua instituição pode ter muito mais de hotelaria do que de hospitalidade ou vice-versa, porém, é importante que os dois conceitos hotelaria e hospitalidade caminhem juntos.

9h às 10h – Novos conceitos e tecnologias na limpeza hospitalar: Mitos e Verdades.

 Proposta do tema: mensurar ganho de tempo, qualidade, economia, custo/efetividade e valor agregado nas instituições de saúde.

Palestrante: Marcelo Boeger

10h às 11h – Cardápio rotativo, software para gerenciar dietas, sistema dígital de notificações de ocorrência, ferramentas e tecnologias que auxiliam na gestão do SND.

Palestrante: Andréa Luiza Jorge

Proposta do tema: mesclar o que se tem de mais moderno e custoso ao mais simples que gera economia, mostrando que é possível sonhar alto e colocar em pratica ideias que estão ao alcance de todos.

11h às 11h30 – Coffee-Break

11h30 às 13h – Lavanderia sustentável – terceirizada ou própria? Energia eólica, uso de gás, fotovoltaica e reutilização da água. 

Proposta do Tema: Identificar melhores praticas voltadas não somente a otimização dos processos internos, economia, como também a preservação do meio ambiente podendo levar sua instituição a ganhar o “selo verde”.

13h às 14h30 – Almoço

14h30 às 16h – Gestão de leitos na hotelaria hospitalar – É função de quem?

Proposta do tema: Definir, identificar, desenhar, treinar, mensurar e cobrar resultados.

Palestrante: Aline Silva Lima

16h às 16h30 – Coffee Break

16h30 às 17h30 – Humanização: Presença de Pets nos hospitais: benefícios/riscos e cuidados.

Proposta do tema: Identificar e reconhecer através de serviços já existentes, a importância deste diferencial para o tratamento, recuperação, conforto do paciente e impacto na instituição de saúde.

Fórum 6 – Gestão de Pessoas

Neste Fórum iremos debater sobre a importância da gestão de pessoas nas organizações de saúde, considerando o papel das equipes e aspectos do ambiente de trabalho.

Estamos vivenciando experiências exitosas nas relações de trabalho, mas as desastrosas têm levado ao profundo estresse cujo adoecimento dos profissionais está intimamente ligado à forma como são desenvolvidos os processos de trabalhos nas empresas e o poder dos chefes travestidos de “líderes” que levam ao afastamento permanente dos colaboradores, elevando os riscos, por exemplo, no atendimento aos pacientes e até mesmo ao suicídio de funcionários. Com isso, conhecer o universo da mente humana e instituir uma gestão de pessoas focada na observância das relações, são alicerces para as melhores práticas que devem ser permeadas pela valorização da vida e estruturadas com transparência a fim de que as avaliações dos profissionais sejam para o desenvolvimento humano e, pois feedback jamais deve ser confundido com “ferraback”.

 9h às 11h – BURNOUT: esgotamento provocado pelo stress no trabalho.

Palestrantes: Rafael Cristofoletti / Fábio Martins Fonseca

Proposta do Tema: Promover um amplo debate para que nossas lideranças consigam identificar os fatores, agentes e mecanismos para que possam estruturar seus processos de trabalho mantendo a visão estratégica de que está no equilíbrio biopsicossocial e espiritual e respeito aos limites humanos de cada profissional a possibilidade de superar metas, mantendo um ambiente com pessoas felizes, engajadas e comprometidas com as causas das organizações de saúde.

11h às 11h30 – Coffee-Break

11h30 às 13h – Como a Neurociência pode contribuir para à Liderança na Saúde.

Proposta do Tema:  A atividades de saúde são desafiantes e exigem que cada vez mais as lideranças busquem inovação, novas tecnologias e formas de remuneração para garantir o superávit das operações no competitivo mercado hospitalar. Diante disto, precisamos também cuidar da saúde da liderança e dos aspectos emocionais que envolvem as certezas e incertezas que invadem o universo solitário dos gestores de saúde nas mais variadas unidades de negócio, pois afinal, as transformações ocorrem nas mentes pensantes de nossas lideranças.

13h às 14h30 – Almoço

14h30 às 15h15 – Tendências do Futuro do Trabalho e da Gestão

Proposta do Tema: Estamos numa constante transformação no mundo do trabalho que impacta nos chamados modelos organizacionais ou de gestão que precisam caminhar no complexo entendimento de que essa espiral perpassa por arcabouços legais, tecnologia, aspectos geracionais, economia compartilhada, mobilidade, legado e o repensar daquilo que faz com que os profissionais permaneçam produtivamente contribuindo para a missão institucional. As organizações de saúde estão de fato preparadas para lidar com as novas perspectivas e oportunidades de trabalho? Quais são as competências que os líderes precisam desenvolver para serem os condutores das transformações na área de saúde?

15h15 às 16h – Estratégias de Negociação: o que isso impacta nas relações profissionais e nos resultados das organizações.

16h às 16h30 – Coffee- Break

16h30 às 17h30 – Pessoas tóxicas não se acham tóxicas.

Proposta do Tema: Temos uma inclinação para culpabilizar o próximo sem realizar uma autocrítica no tocante às nossas atitudes e práticas que giram em torno de um ciclo vicioso nos ambientes de trabalho e nas relações interpessoais. Nesta atividade os participantes terão a oportunidade de forma lúdica de identificar os aspectos relevantes de uma pessoa tóxica e conseguir pistas para a adoção de ações para harmonização do ambiente de trabalho.

Fórum 7 – Sistema de Gestão e T.I.

A indústria da saúde, assim como as demais indústrias, tem recebido fortes modificações em virtude da tecnologia e da inovação. As mudanças atingem todas ás áreas: Supply Chain, diagnósticos, equipamentos, técnicas médicas, procedimentos, medicamentos, materiais dentre tantas outras.

Os Hospitais precisam melhorar a sua produtividade, a qualidade dos procedimentos e ampliar o número de atendimentos, tratamentos e realização de exames, principalmente das doenças crônicas, pois a nossa sociedade está ficando mais velha em virtude do aumento da expectativa de vida da população.

Adicionalmente, vivemos num mundo cada vez mais conectado em que recebemos e repassamos opiniões numa velocidade inimaginável a ponto de interferir na imagem da organização de saúde tanto de forma positiva quanto negativa. Com isso, não existe mais tempo para amadorismos e celebrar conquistas, mesmo as vaidades, que se transformam em adornos de egos e paredes. Logo, a assistência em saúde, apoiada pelas tecnologias e inovações, precisam ser suportadas por práticas que traduzam o respeito ao ser humano alinhada à sustentabilidade organizacional.

9h às 10h – LGPD: os hospitais estão realmente preparados?

Proposta do tema: Proporcionar troca de informações técnicas entre os participantes a fim de que consigam identificar as variáveis necessárias para a segurança da informação de suas organizações com visão crítica dos riscos e oportunidades que permitam acelerar as ações que ainda são necessárias para a efetivação da lei geral de proteção de dados.

10h às 11h – Blindagem da estrutura de segurança da informação no tripé: pessoas, processos e tecnologia.

Palestrante: Jihan Zoghbi

11h às 11h30 – Coffee-Break

11h30 às 13h – Saúde 4.0: mitos e verdades.

Palestrante: Djalma G. dos Santos

Proposta do tema: Discutir como a evolução tecnológica tem contribuído (ou poderá contribuir) para otimizar os processos de trabalho, alavancar e
as áreas de negócio, contribuir para a melhoria da qualidade no ambiente
 hospitalar e agregar valor à sustentabilidade das instituições.

13h às 14h30 – Almoço

14h30 às 15h15 – DATASUS: como os sistemas de informação do Ministério da Saúde podem auxiliar nos processos de trabalho e impactar nas decisões estratégicas.

 Proposta do Tema: Verificar as principais atualizações que foram realizadas pelo gestor nacional no sentido de facilitar a utilização dos sistemas, reunir dados mais qualificados e utilizar no ambiente hospitalar para auxiliar na parametrização de informações que impactam na geração de valor para tomada de decisão gerencial.

13h às 14h30 – Almoço

15h15 às 16h – Segurança de dados institucionais: quanto vale para sua organização?

Palestrante: Raphael Castro

16h às 16h30 – Coffee-Break

16h30 às 17h30 – Inteligência de Mercado: BI aplicado ao negócio saúde e seus reflexos nos resultados.

Proposta do Tema: Identificar os riscos e oportunidade dessa ferramenta na área de saúde. É sabido que outros segmentos de mercado utilizam amplamente esse recurso para alavancar os seus produtos e serviços identificando os potenciais clientes. Com isso, os hospitais precisam se apropriar de seus indicadores e desenvolver estratégias para continuar competitivos no mercado de saúde.

Fórum 8 – Qualidade e Segurança do Paciente

Qualidade em serviços de saúde e segurança do paciente são necessidades técnicas e sociais, e a adoção destas práticas deve ser uma decisão estratégica nas instituições de saúde, devendo integrar a estratégia institucional. Tem como resultados esperados a melhoria da gestão, ao paciente.

As instituições de saúde estão trilhando um caminho no sentido de desenvolver os seus objetivos estratégicos à luz da centralidade das atividades na pessoa cujos cuidados, riscos assistenciais, fim da cultura do medo e observância aos processos por meio de decisões multiprofissionais serão a base para o sucesso, rompendo com a contramão de padrões equivocados que não passam de vazias demonstrações mercadológicas. Logo, a assistência em saúde precisa ser suportada por práticas que traduzam o respeito ao ser humano alinhada à sustentabilidade organizacional.

9h às 11h – Experiência do Paciente: qualidade, segurança, eficiência, desfecho clínico e prestação de serviços pela ótica do usuário.
Proposta do tema: Oportunidade para conhecer os aspectos que
promovem um atendimento de excelência relativo à jornada do paciente dentro da organização de saúde. As organizações de saúde têm que se adaptar para atender exigência do seu cliente que não mais admite continuar a ser invisível, mas para à que essa transformação ocorra, há que se promover uma mudança cultural na forma como ainda concebemos o cuidado que outrora era pensado no hospital em si e a nova ordem exige que passa a ser focado no paciente e sua família, colocando-os no centro do cuidado.

11h às 11h30 – Coffee-Break

11h30 às 13h – Cuidados Centrados na Pessoa e a Política Nacional de Humanização.
Proposta do tema: Debater os princípios da inseparabilidade entre a atenção e a gestão dos processos de produção de saúde, a transversabilidade e autonomia e protagonismos dos sujeitos permitirá ampliar a visão sobre a Política Nacional de Humanização. Um grande desafio das instituições de saúde está centrado na forma como estabelece as suas diretrizes, normativas e atitude para com as pessoas que deve ser o foco das atenções. Com isso, manter o cuidado centrado nas pessoas exige seguir na contramão de arcaicas práticas que ainda perduram nos Hospitais e serviços de saúde, pois requer que os profissionais que atuam nas diversas áreas trabalhem colaborativamente com o paciente, ou seja, significa construir o tratamento mais adequado ou adaptado às necessidades daquele indivíduo que é um ser ativo e o maior interessado na condução da linha de cuidados. Havemos de exercitar a compaixão, empatia, nossa capacidade de resposta aos anseios do paciente, ter ações coordenadas e integradas para a não fragmentação dos processos, atentar para o conforto físico, o suporte emocional e espiritual que alivie os temores e a ansiedade tendo a responsabilidade de envolver o núcleo familiar e dos amigos, permeados no universo da informação, comunicação e educação permanente. Afinal, o sucesso ou insucesso das organizações de saúde é percebido com base nas suas condutas para com os seres humanos. E o seu hospital? De que lado se encontra?

13h às 14h30 – Almoço

14h30 às 16h – Letramento em Saúde: o que os pacientes (não) entendem de fato.

Palestrantes: Maria Dolabela de Magalhães | Rogério Malveira Barreto

Proposta do Tema: Literacia em saúde é a capacidade de obter, comunicar, processar e compreender informações em saúde para se tomar uma decisão ou se engajar num tratamento.

Muitas pessoas não se sentem à vontade para dizer que não entendem, sentem vergonha. Não comentam isso com familiares, amigos ou parceiros. Até profissionais mais experientes ficam surpresos com a habilidade de compreensão em saúde prejudicada de pacientes mais articulados.

16h às 16h30 – Coffee-Break

16h30 às 17h30 – Projeto Lean nas Emergências: redução das superlotações nos hospitais

Proposta do Tema: Conhecer os avanços do projeto e observar as condicionantes para a participação dos hospitais filantrópicos cujo objetivo é ter solucionadas as principais crises nas emergências, tais como:

  • Serviços de urgência (Pronto Socorro) sempre lotados;
  • Dificuldade de internação de pacientes;
  • Recusa de recebimento de ambulâncias;
  • Transporte fragmentado e desorganizado;
  • Ausência de atendimento especializado;
  • Atendimento e lotação nos serviços de urgência de pacientes de baixo risco. O projeto

Fórum 9 – Comunicação

Nessa edição buscamos explorar temas relacionados à gestão de projetos em comunicação e marketing. Conceitos, ferramentas, planejamento, desenvolvimento até o acompanhamento final de cada projeto ou meta. Vamos buscar campanhas e experiências inspiradoras de hospitais que reinventaram sua comunicação para acompanhar as novas tendências e o perfil do novo usuário, além de dar dicas de ferramentas para gestão da comunicação. Promoveremos reflexões sobre o LinkedIn no ambiente hospitalar e a comunicação 4.0. 

9h às 10h – “Gestão de Projetos Digitais – você sabe MESMO como fazer?”
Proposta do Tema:
A estrutura da palestra terá como base a introdução
ao Marketing Online, desde o conceito, passando pelo planejamento e desenvolvimento, até o acompanhamento final dos projetos digitais.

Palestrante: Fabrizio Brunetti

10h às 11h – Linkedin como negócio para hospitais.
Proposta do tema
: Como os hospitais podem potencializar seus
resultados aplicando estratégias de Marketing
Digital no Linkedin.

Palestrante: Liliam Leal

11h às 11h30 – Coffee-Break

11h30 às 13h – A assessoria multiplataformas. Como potencializar a assessoria de Imprensa com vídeos e redes sociais.

Proposta do Tema O conjunto das plataformas capazes de potencializar o resultado da comunicação hospitalar.

OU As Redes Sociais podem Fulminar seu Hospital

Palestrante: Elaine Madalhano

13h às 14h30 – Almoço

14h30 às 15h15 – Case – As redes sociais podem fulminar seu Hospital

Palestrante: Vanessa Amorim 

15h15 às 16h – Case Santa Casa de Porto Alegre – Comunicação Hospitalar

Palestrante: Andréa Schüür  

16h às 16h30 – Coffee-Break

16h30 às 17h30 – Comitê de Comunicação FEHOSP.

 Bate Papo sobre ações e compartilhamento de informações.

Fórum 10 – Oncologia

9h às 10h –   Que provocações precisam ser feitas para garantir o acesso ao diagnóstico precoce no SUS e o papel dos hospitais habilitados em oncologia.

Palestrante: Palcoal Marracini

Proposta do Tema: Relatório de auditoria operacional publicado pelo TCU em 2019  constatou que o diagnóstico do câncer no país não está sendo realizado em tempo de reduzir o grau de estadiamento elevado no início do tratamento da doença. Como consequências lógicas dessa trágica (e evitável) realidade, temos: (a) a elevação dos gastos públicos decorrentes da necessidade de tratamentos mais caros, complexos e prolongados; (b) aumento dos custos previdenciários por afastamento do trabalho; e, em especial, (c) a diminuição das chances de cura, qualidade de vida e sobrevida dos pacientes. Várias recomendações foram feitas pelo TCU ao Ministério da Saúde a fim de enfrentar as causas que geram o problema do diagnóstico tardio. O objetivo dessa mesa é entender que medidas foram tomadas pelo Ministério da Saúde e como os Hospitais podem se comprometer a mudar esse cenário.

10h às 11h – Quais os obstáculos para diminuir o tempo de espera e ampliar o acesso à cirurgia oncológica? Temos como superá-los?

Proposta do Tema: A cirurgia é o principal tratamento para vários tipos de câncer, sobretudo nos estágios mais iniciais da doença, podendo ter finalidade curativa nesses casos. Dados apresentados pelo TCU a partir de uma auditoria operacional realizada em 2010 evidenciam o grande déficit de cirurgias oncológicas: os centros habilitados realizaram apenas 85.536 procedimentos cirúrgicos, que representam 34,5% da demanda total por cirurgia oncológica, calculada em 206.481, e 46,8% da demanda dirigida ao SUS, descontados os pacientes detentores de planos de saúde, estimada em 152.428 cirurgias. Limitações financeiras e estruturais, além da carência de profissionais capacitados são as principais causas desse problema. O objetivo desta mesa é discutir caminhos para vencer as barreiras que impedem a ampliação da cobertura de cirurgia oncológica no SUS.

11h às 11h30 – Coffee-Break

11h30 às 13h – Desafios e medidas para diminuir o tempo de espera e ampliar o acesso à radioterapia.

Palestrante: Arthur Accioly Rosa

Proposta do Tema: A radioterapia representa uma importante possibilidade de cura para diversos tipos de câncer, mas, a cada ano, cerca de 90 mil novos pacientes deixam de receber radioterapia por falta de estrutura no SUS (dados do TCU e da SBRT . O alto custo imediato com equipamentos, construção civil e manutenção dos serviços tem feito com que o acesso a radioterapia seja um dos maiores gargalos da atenção oncológica. Não obstante a necessidade de investimento inicial, a União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) desenvolveu um estudo que mostra que o capital investido em radioterapia traz retorno na proporção de quase 3x em 10 anos. No início de 2019, a Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT) criou o Projeto denominado RT2030  para estudar a realidade atual da radioterapia nacional e as intervenções necessárias para atingir a integralidade de acesso para a população em um período de até o ano de 2030. O objetivo desta mesa é entender melhor as barreiras de acesso à radioterapia e as possíveis soluções para superá-las.

13h às 14h30 – Almoço

14h30 às 16h – Desafios e medidas para garantir que os hospitais habilitados em oncologia no SUS possam oferecer tratamentos sistêmicos em protocolos clínicos uniformizados.

Palestrante: Luciana Holtz de C. Barros

Proposta do Tema: O Estudo “Meu SUS é diferente do teu SUS”, publicado em 2017 pelo Instituto Oncoguia, aponta para uma grande desigualdade no acesso a tratamentos sistêmicos dependendo da capacidade financeira e gerencial da unidade habilitada em oncologia. Em muitos centros se oferece tratamentos inferiores ao preconizado pelo próprio Ministério da Saúde através das Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas. Alguns centros do SUS referem oferecer tratamentos iguais aos praticados na Saúde Suplementar, beneficiando por um lado os pacientes, mas aumentando ainda mais as diferenças de tratamento entre os diversos centros, contrariando preceitos da saúde pública universal e igualitária em nosso país. Por que isso ocorre e que estratégias poderiam ser implementadas para garantir uniformidade (com qualidade) no acesso a tratamentos sistêmicos no SUS?

16h às 16h30 – Coffee-Break

16h30 às 17h30 – O necessário protagonismo dos hospitais para a efetivação das políticas públicas de cuidados paliativos.

Palestrantes: Ana Cláudia Quintana Arantes 

Proposta do Tema: Segundo o “Índice de Qualidade de Morte”, da The Economist Intelligence Unit, publicado em 2015 , que avalia o grau de disponibilidade de serviços de cuidados paliativos em 80 países do mundo, o Brasil ficou em 42º lugar, atrás de país como Mongólia (28º), Costa Rica (29º), Panamá (31º), Argentina (32º), Uganda (35º), Uruguai (39º) e Equador(40º). Em 2018, cuidados paliativos ganhou status de política pública a partir da edição da Resolução CIT nº 41, de 31/10/2018, que dispõe sobre as diretrizes para a organização dos Cuidados Paliativos no âmbito do SUS, assim entendido como a assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento de dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais. Apesar do marco regulatório, é preciso superar muitas barreiras para garantir que o paciente tenha efetivo acesso aos serviços de cuidados paliativos, incluindo a desmistificação, para profissionais, familiares e pacientes, sobre a falsa ideia de que os cuidados paliativos devem ser empregados apenas no final da vida. Como os hospitais podem protagonizar a mudança nesse cenário é a grande questão a ser debatida nesta mesa.

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