José Luis de Arruda Bruzadin

José Luis de Arruda Bruzadin

Engenheiro eletrônico pela Escola Politécnica da USP, com especialização em administração de marketing pela FGV.  É sócio e diretor da “Engenious Operational Intelligence”, consultor em Tecnologia e Inovação para Saúde e mentor da Incubadora de Startups Eretz.bio do Hospital Albert Einstein. Em sua carreira Bruzadin participou da Inovação tecnológica do sistema bancário brasileiro, da transformação do setor de telecomunicações no fim dos anos 90 e se dedica à transformação da saúde através da tecnologia desde o inicio dos anos 2000, tendo sido responsável pelo setor Saúde na America Latina na multinacional Intel Semicondutores. Bruzadin é membro da SBIS Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, participou da fundação do Instituto HL7 Brasil, do capitulo Brasil da Continua Health Alliance, e também foi membro do Conselho de Tecnologia em Saúde do Consulado Americano em São Paulo.

 

Congresso

Dia 25 de abril – quinta-feira
10h10 às 10h40 – A dosagem da transformação digital: remédio ou veneno?

Engenheiro eletrônico pela Escola Politécnica da USP, com especialização em administração de marketing pela FGV.  É sócio e diretor da “Engenious Operational Intelligence”, consultor em Tecnologia e Inovação para Saúde e mentor da Incubadora de Startups Eretz.bio do Hospital Albert Einstein. Em sua carreira Bruzadin participou da Inovação tecnológica do sistema bancário brasileiro, da transformação do setor de telecomunicações no fim dos anos 90 e se dedica à transformação da saúde através da tecnologia desde o inicio dos anos 2000, tendo sido responsável pelo setor Saúde na America Latina na multinacional Intel Semicondutores. Bruzadin é membro da SBIS Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, participou da fundação do Instituto HL7 Brasil, do capitulo Brasil da Continua Health Alliance, e também foi membro do Conselho de Tecnologia em Saúde do Consulado Americano em São Paulo.

 

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Dia 25 de abril – quinta-feira
10h10 às 10h40 – A dosagem da transformação digital: remédio ou veneno?