O circo está no imaginário de todos nós. Nas primeiras aproximações que tivemos com o mundo do espetáculo, o universo circense povoou nossos sonhos, e fez com que admirássemos a busca do impossível. Para muitos foi o mágico, para outros o malabarista, e para outros o domador de feras ou até mesmo o trapezista; todos eles, artistas, a nos instigar e a nos levar a pensar que, um dia, poderíamos também construir coisas concretas, ou na dimensão dos feitos impossíveis.

Ao administrar hospitais filantrópicos, não estamos mais na fase do imaginário. Muito ao contrário. Nem por isso podemos abdicar do direito de sonhar em conquistar, de enfrentar e vencer os desafios por mais impossíveis que eles possam parecer.

Por isso tudo é que reafirmamos nosso compromisso permanente em melhorar, crescer, desenvolver, enfim, reinventar a saúde.

Afinal de contas, “o espetáculo não pode parar”.